10 coisas grátis para fazer em Dublin 🇮🇪

  • 28.01.2023 22:00
  • Bruno A.
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Aventura-te connosco pela animada capital irlandesa e descobre 10 coisas grátis para fazer em Dublin, com destaque para as melhores atracções e pontos turísticos gratuitos da cidade.

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Uma cidade de gente extremamente simpática e bem-humorada, Dublin é o local ideal para experimentares uma das culturas mais autênticas e hospitaleiras da Europa Ocidental. Gosto de pensar na Irlanda como o mais belo dos paradoxos. Por um lado, foram obrigados a viver na sombra de um vizinho poderoso, que durante longas gerações os engoliu e assimilou. Por outro, os Irlandeses sempre mantiveram a sua própria cultura bastante presente, e nunca deixaram que essa desconfiança externa transbordasse para com todos os forasteiros.

Mais do que um sítio repleto de atracções turísticas e marcos históricos (que também os há), Dublin é uma cidade com alma. O tipo de metrópole onde é mais importante sentir do que ver. Contudo, e após a grave crise que o país sofreu com a recessão de 2008, a Irlanda deu a volta por cima… ao ponto de a sua capital se ter agora tornado uma cidade assustadoramente cara!

Posto isto, e se já tens voo marcado para Dublin, não desanimes! Sim, o alojamento e as refeições podem vir a custar-te os olhos da cara, mas pelo menos podes descobrir connosco como tirar o melhor partido dos teus dias na cidade sem que gastes qualquer Euro! Descobre connosco quais as 10 melhores coisas grátis para fazer em Dublin!

10 coisas grátis para fazeres em Dublin, Irlanda

Trinity College

Possivelmente a atracção mais consagrada de toda a Dublin, a Trinity College é a universidade mais antiga do país. Aliás, é considerada uma das sete universidades medievais de Reino Unido e Irlanda, uma honra que partilha com instituições internacionalmente reconhecidas, como Oxford ou Cambridge.

Assim, poderás esperar toda a pompa e circunstância tão típicas de qualquer uma destas universidades clássicas, com os seus edifícios antigos, pracetas pedonais ou ruas em calçada. E não é para menos! Afinal, estarás a percorrer os mesmos caminhos anteriormente trilhados por nomes como Oscar Wilde ou Bram Stoker.

Embora não seja grátis (bilhete de adulto custa €18.5), pode também aproveitar para visitar o Edifício da Antiga Biblioteca da Trinity, famosa por albergar a fabulosa Long Room. Este hall é um popular depositário que contém mais de 200.000 livros e uma das bibliotecas mais belas da Europa.

É também aqui que poderás ver em primeira mão a Harpa de Brian Boru, um instrumento medieval que viria a tornar-se símbolo da nação irlandesa, e que podes encontrar nos logotipos de algumas das “marcas” mais reconhecidas do país, como a Guinness ou a Ryanair!

Museus Nacionais da Irlanda

Bem à semelhança dos seus vizinhos britânicos, também as autoridades irlandesas estabeleceram esta fabulosa prática de não cobrar entrada em museus estatais. Isto significa que, um pouco por toda a cidade, irás descobrir várias instituições culturais que poderás visitar sem gastar absolutamente nada!

De entre todas as opções, destacam-se os Museus Nacionais da Irlanda, um conjunto de 4 instituições dedicadas à promoção e preservação do património histórico, cultural e geográfico do país. Actualmente, estes são os 4 ramos da organização:

  • História e Artes Decorativas
  • Arqueologia
  • História Natural
  • Country Life (tradição folclórica e etnográfica)

Fora da abrangência dos Museus Nacionais da Irlanda, mas ainda assim igualmente gratuitos, poderás ainda visitar o Museu Irlandês de Arte Moderna, a Galeria Nacional da Irlanda ou a Galeria Hugh Lane. Atendendo à famosa prevalência de aguaceiros em terras irlandesas, diríamos que estes museus gratuitos são uma excelente alternativa para quem quiser saber mais sobre o país ao mesmo tempo que evita acabar totalmente ensopado.

Biblioteca Chester Beatty

Embora a biblioteca da Trinity College seja, sem sombra de dúvidas, a mais bonita de toda a Irlanda, a verdade é que existe uma outra opção em Dublin igualmente relevante! Situada dentro do complexo do Castelo de Dublin, a Biblioteca Chester Beatty é hoje em dia um museu dedicado a toda a história da arte escrita.

Isto significa que aqui encontrarás manuscritos antigos, impressões históricas, papiros do antigo Egipto e fragmentos bíblicos, numa gigantesca e diversificada colecção que vai da Europa à Ásia Oriental, passando por Arábia, Pérsia e índia. Um museu sobre livros? Será assim tão interessante? Bem, se considerarmos que a Biblioteca Chester Beatty tem no seu historial uma nomeação de melhor museu da Europa, creio que a discussão fica encerrada!

Enquanto aqui estiveres, aproveita ainda para percorreres o recinto do Castelo de Dublin, um dos principais símbolos da cidade. Embora seja necessário pagar para visitar as salas e halls da fortaleza, explorar o seu exterior e espaços comuns é gratuito!

Farol de Poolbeg

Ainda que não seja – de todo – o aspecto mais atractivo da cidade, a verdade é que Dublin é banhada pelo mar. Um mar gélido, agitado e extremamente desagradável, mas ainda assim: mar! Posto isto, um dos melhores passeios fora do centro histórico que se pode dar em plena capital irlandesa é precisamente junto à sua orla marítima.

Para isso, nada melhor que visitar o pitoresco Farol de Poolbeg! Ligado ao restante território da cidade através da uma estreitíssima península artificial, a única forma de chegar ao farol passa por percorrer um caminho de quase 2 km sobre o mar, a que as autoridades locais chamaram de Great South Wall. Num dia de sol (também existem em Dublin!) esta caminhada é considerada uma das mais agradáveis da cidade.

Um pouco mais a norte, na North Bull Island, podes também visitar a praia de Dollymount Strand e o seu gigantesco areal com mais de 5 km de comprimento. Já quanto a ir a banhos, não nos queremos responsabilizar por uma potencial hipotermia. A não ser que estejas habituado a Matosinhos. Nesse caso, estás apto a nadar em qualquer lado!

Jardins Botânicos e Cemitério de Glasnevin

Para o próximo ponto do nosso périplo pelas 10 melhores coisas grátis para fazer em Dublin temos não 1, mas 2 sítios! Situados bem ao lado um do outro, junto às margens do Rio Tolka, recomendamos que reserves pelo menos 2 horitas para uma visita ao Jardim Botânico e ao Cemitério de Glasnevin.

O primeiro, com uma impressionante colectânea de mais de 15.000 espécies vivas de flora originárias de todos os quatro cantos do mundo, é considerado um dos espaços verdes mais belos de Dublin, sendo simultaneamente a segunda atracção gratuita mais visitada de toda a Irlanda!

Já o Cemitério de Glasnevin, por mais macabro que possa parecer, é um verdadeiro símbolo histórico e cultural. Aberto desde 1832, e adornado com centenas de campas, jazigos e esculturas monumentais, serve de local de repouso a algumas das figuras mais conhecidas e proeminentes da sociedade civil, artística e desportiva irlandesa, como Alfred Chester Beatty, Christy Brown ou Billy Whelan.

Phoenix Park

Embora Dublin esteja longe de ser uma metrópole particularmente agitada, existem vários parques espalhados um pouco por toda a cidade onde residentes e visitantes são sempre bem-vindos a dar um passeio. Desses, nenhum outro é tão vasto ou popular quanto o Phoenix Park, um dos maiores parques urbanos de toda a Europa.

Assim, não é de todo surpreendente que existam vários locais dignos de registo espalhados um pouco por todo o parque, com destaque para o Monumento Wellington, oficialmente o maior obelisco do Velho Continente, o Castelo de Ashtown, o Jardim do Povo, o Forte Magazine e a Áras an Uachtaráin, a residência oficial do Presidente da Irlanda que também pode ser visitada gratuitamente!

Outros espaços verdes dignos de uma visita na capital irlandesa incluem o Parque Saint Stephen’s Green e o Parque da Merrion Square, este último instalado bem no centro de uma fabulosa e extensa praça da era Georgiana.

Bairro de Temple Bar

Considerado o maior símbolo de toda a Dublin, o Temple Bar é muitas vezes confundido com o icónico bar homónimo de portadas vermelhas que aparece em praticamente todas as pesquisas turísticas da capital Irlandesa. Porém, o Temple Bar é muito mais do que isso! Considerado o quarteirão cultural e boémio da cidade, é o centro turístico de Dublin por excelência, sendo que nenhuma passagem pela cidade está completa sem pelo menos um passeio pelas suas ruas clássicas e animadas.

Situado na margem sul do Rio Liffey, as ruas em calçada deste quarteirão escondem dezenas de bares, lojas vintage, is galerias de arte (com destaque para a Icon Walk) e até mercados de rua, sendo o popular Temple Bar Food Market organizado todos os sábados em plena Meeting House Square.

Quanto a atracções propriamente ditas, e para além do bar já mencionado, poderás ainda visitar a Catedral Christchurch (mais à frente explicaremos como fazê-lo gratuitamente), a Icon Factory e atravessar a Ponte Ha’penny rumo à margem contrária do rio.

Grafton Street

Avançando um pouco para leste, ainda na mesma margem do rio, encontraremos outra zona com uma enorme movida e apelo turístico. Considerada uma das principais artérias comerciais de Dublin, a Grafton Street é uma das avenidas mais caras do mundo, isto numa cidade onde os valores das rendas são já um completo absurdo.

No entanto, para lá do apelo comercial e dos edifícios cuidados, a Grafton Street é considerada uma autêntica Meca para artistas de rua. Aliás, a sua popularidade é de tal forma amplificada que quem quiser actuar de forma espontânea nesta rua precisa de uma licença anual e tem que cumprir determinadas regras (por exemplo, o período máximo diário de actuação não pode exceder 1 hora). Como resultado desta fama, artistas locais consagrados já actuaram em tempos na Grafton Street, com destaque para Damien Rice, Keywest e – o maior deles todos – Bono, dos U2!

Hoje em dia, é nesta rua que poderás apanhar um concerto improvisado de Allie Sherlock, uma internet-sensation com quase 6 milhões de subscritores no Youtube!

Catedral de Saint Patrick

Considerada a principal e mais importante igreja do país, a Catedral de Saint Patrick é paragem obrigatória em qualquer roteiro de visita a Dublin. No entanto, e para mal dos nossos pecados, a admissão no espaço está longe de ser gratuita, com os bilhetes a custarem 8€/pax.

Mas não há razão para “panicar”! Afinal, e à semelhança de praticamente todos os outros locais de culto pagos em qualquer parte do mundo, há sempre pelo menos uma forma de dar a volta à situação… indo à missa! Sim, eu também não sou propriamente o tipo com mais paciência para liturgias do mundo, mas quando a carteira aperta, é sempre bom ter soluções gratuitas na manga. Podes consultar os horários dos serviços do website oficial da catedral.

O mesmo se aplica à igualmente impressionante Catedral Christchurch, que também oferece a turistas a possibilidade de a visitarem gratuitamente durante um serviço litúrgico. Isto poderá até ser uma actividade cultural bastante interessante, ou não fosse a Irlanda um país que faz do catolicismo uma das suas principais bandeiras identitárias.

Música ao vivo no O’Donoghue’s Pub

Finalmente, fechamos a nossa lista de 10 coisas gratuitas para fazer em Dublin com um pequeno espectáculo de música ao vivo. Na verdade, a despedida não poderia ser mais apropriada, pois haverá poucas cidades no mundo com tanta apreciação por músicos amadores quanto a capital irlandesa.

Assim, e sem surpresa, existem inúmeros bares na zona central de Dublin que recebem pequenas apresentações intimistas de desconhecidos com um talento tão grande quanto o seu sonho. No entanto, nenhum lugar é tão popular quanto o O’Donoghue’s Pub, que tem vindo a receber este tipo de performances desde a longínqua década de 60.

Tendo em conta que podes entrar no bar e, especialmente se estiver movimentado, ninguém irá perseguir-te até que consumas alguma coisa, esta é tecnicamente uma actividade gratuita. Contudo, e apenas neste caso, recomendamos que apoies o bar (e por conseguinte, os artistas) para que este tipo de iniciativa possa continuar. Afinal, uma pint de Guinness cai sempre bem e não te vai deixar mais pobre!

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