Aventura-te connosco pela icónica capital italiana e descobre 10 coisas grátis para fazer em Roma, com destaque para as melhores atracções e pontos turísticos gratuitos da cidade.
Considerada uma das cidades mais emblemáticas de toda a Europa, Roma ficou conhecida como a “Cidade Eterna” devido à antiguidade da sua história e à presença de várias ruínas arqueológicas com milhares de anos que povoam o seu centro histórico. Assim, não surpreende que a capital Italiana receba anualmente muitos milhões de visitantes, o que, naturalmente, acaba por inflacionar o custo de vida, especialmente no que toca a hotéis e apartamentos – provavelmente o maior peso no orçamento da tua viagem.
Posto isto, e se já tens voo marcado para a Cidade Eterna, não desanimes! Sim, o alojamento pode sair caro, mas pelo menos podes tentar tirar o melhor partido dos teus dias na cidade sem que gastes qualquer Euro, já que existem muitas das atracções e locais de culto Romanos são de entrada gratuita! Curiosa? Então fica connosco e descobre quais as 10 melhores coisas grátis para fazer em Roma!
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Terminado apenas em 1935 e construído em honra do primeiro monarca a reinar sobre uma Itália unificada, o Monumento a Vittorio Emanuele II ficou também conhecido como o “Altar da Pátria”. Para além disso, o elemento central é também o Túmulo do Soldado Desconhecido, que honra todos os Italianos que perderam a vida em batalha pela nação. A entrada no monumento em si é gratuita, embora seja necessário pagar um bilhete caso queiras subir ao terraço panorâmico ou visitar os dois museus albergados no seu interior.
Seja como for, na parte gratuita já consegues admirar a fachada branca e detalhada do edifício e até ver mesmo ver a secção interior aberta ao público geral. Do lado de fora, e embora a vista não seja obviamente tão boa quanto a do piso panorâmico, já dá para ter uma boa perspectiva da área circundante, uma vez que o altar fica no topo de uma escadaria e num plano relativamente elevado face ao nível do solo.

Considerado um dos bairros mais pitorescos e boémios da “Cidade Eterna”, Trastevere tem um ambiente ligeiramente diferente e mais local do que as vias da baixa Romana. É verdade que já não é propriamente um tesouro escondido, mas continua a ter apenas uma ínfima parte dos turistas que encontras no coração da capital transalpina. Para além das ruas medievais, igrejas históricas e miradouros, o bairro é também conhecido pela vasta oferta de bares e restaurantes (um bom sítio para um passeio pela hora de almoço ou jantar).
De resto, Roma está repleta de quarteirões e distritos públicos belíssimos onde não terás que pagar absolutamente nada para passear, apreciar a beleza da cidade e passar um bom bocado. Para além de Trastevere e do evidente Centro Storico, outros bons exemplos são o antigo Ghetto Judaico de Roma, o Quartiere Coppedè ou a zona nobre de Prati.

Tal como acontece em muitas outras grandes cidades mundiais, também Roma tem a sua quota-parte de museus gratuitos. É certo que as instituições culturais mais populares da cidade têm todas uma taxa de admissão, mas isso não significa que não possas encontrar alguns tesourinhos escondidos. Entre essas, destaca-se o Museu Napoleónico, que exibe alguns dos pertences da família Bonaparte e retrata o período em que as tropas do famoso comandante francês tomaram Roma; e o Museu da Muralha Romana, que te permite subir a uma das partes da antiga muralha que sobreviveu até aos dias de hoje.
Para além destes, recomendamos ainda o Museu da Libertação de Roma, o Museu da República de Roma ou o Museu Carlo Bilotti. Convém também lembrar que todos os museus estatais cuja entrada é paga estão abertos ao público gratuitamente durante o primeiro Domingo do mês. No caso dos famosíssimos Museus do Vaticano (onde está “escondida” a Capela Sistina), a entrada é gratuita no último Domingo do mês.

Figurando entre os maiores parques romanos, os Jardins da Villa Borghese são o local perfeito para um passeio ao pôr-do-sol. De resto, o parque está repleto de villas antigas, fontes, monumentos, e galerias de arte – algumas pagas, outras gratuitas. Seja como for, o melhor é mesmo apreciar os jardins sem qualquer custo, já que existem 6 áreas diferentes para explorar.
O jardim mais conhecido do parque é o Giardino del Lago, de estilo inglês, e que tal como o nome indica, foi erigido em redor de um expansivo corpo de água. Entre os vários elementos do espaço, vale a pena dar uma vista de olhos no Templo de Esculápio, no Templo de Diana e no Arco Romano di Settimio Severo. Outro dos grandes destaques de Villa Borghese é o extraordinário Terrazza del Pincio, um miradouro com uma vista fenomenal para a vizinha Piazza del Popolo.

Um dos elementos mais fundamentais do tecido arquitectónico e visual de Roma são as suas piazzas. Espaços abertos, magníficos, erigidos em redor de monumentos centrais ou flanqueados por edifícios clássicos e majestosos, existem felizmente várias praças tradicionais que vale a pena visitar. Porventura o exemplo mais emblemático, nenhuma visita a Roma fica completa sem que passes pela Piazza Navona, provavelmente a mais concorrida e fotografada de toda a Cidade Eterna, com as suas fontes, igrejas e palácios. De resto, este espaço está presente há quase 2000 anos, quando aqui foi construído um estádio romano (daí a forma oval da Piazza).
Num segundo posto extremamente próximo, também não há como perder a Piazza di Spagna, conhecida pela sua escadaria proeminente, pela Fontana della Barcaccia e pela Coluna da Imaculada Conceição. Noutras latitudes, é igualmente recomendada a paragem na Piazza del Popolo, junto aos Jardins da Galeria Borghese; no adorável Campo de’Fiori, onde decorre diariamente um mercado de frescos; na Piazza Santa Maria, no já mencionado distrito de Trastevere; e na Piazza del Campidoglio, projectada por Michelangelo.

Uma micro-nação independente situada em plena Roma, o Vaticano é o enclave mais conhecido do mundo. Chefiada pelo Papa, a Santa Sé é o grande epicentro da Igreja Católica, cuja peça central é precisamente a enorme Basílica de São Pedro. A entrada naquela que é realisticamente a igreja mais importante que existe é totalmente gratuita, mas é bom que te prepares para filas longuíssimas e períodos de espera extremamente aborrecidos. Ainda assim, os interiores ornamentados e a história do local acabam por compensar as horas perdidas.
Felizmente, a Basílica de São Pedro está longe de ser a única igreja monumental gratuita em Roma. Sejas religioso ou não, alguns dos espaços de culto romanos são autênticas obras-primas, tanto por dentro, como por fora! Exemplos disso são a Basílica di San Giovanni in Laterano, a Igreja di Santa Maria della Vittoria e a Basílica Papale di San Paolo fuori le Mura, que, juntamente com a Basílica de São Pedro, constituem as Quatro Basílicas Papais de Roma.

Sem querer dourar a pílula, é evidente que o Coliseu de Roma – o maior tesouro arqueológico da capital Italiana – é de entrada paga, assim como os espaços adjacentes do Fórum Romano e do Monte Palatino (bilhete conjunto). No entanto, vale a pena referir que a entrada é gratuita para menores de 18 anos e que custa uns irrisórios €2,00 para cidadãos da União Europeia que tenham entre 18 e 24 anos. Para além disso, a gratuitidade é para todos nos primeiros Domingos do mês, sendo altamente recomendável que chegues muito cedo às bilheteiras nesse dia (não é possível reservar bilhetes gratuitos online).
Seja como for, existem sempre algumas ruínas arqueológicas que são públicas e gratuitas durante todos os dias do ano. Podem não ser os locais mais bem-preservados ou impressionantes, mas permitem-te ter um contacto próximo com a história milenar de Roma e do seu glorioso império homónimo. Entre as ruínas gratuitas mais populares figuram o Circus Maximos, o Templo de Minerva Medica e o Largo di Torre Argentina, onde foi assassinado Júlio Cesar!

Continuando na senda das ruínas do Império Romano, percorrer parte da Via Appia Antica é seguramente uma das actividades mais subvalorizadas para quem visita a cidade. Conheces o ditado “todos os caminhos vão dar a Roma”? É baseado nesta estrada milenar, por muitos historiadores reconhecida como a mais antiga do mundo, e que foi a primeira a ser construída com o propósito de ligar as cidades mais importantes do Império Romano à sua capital, permitindo assim a circulação de pessoas, mercadorias, comunicações e aparato militar.
Estendendo-se até à cidade de Brindisi, as secções mais populares da estrada fazem parte do Parco Regionale dell’Appia Antica, começando na monumental Porta San Sebastiano. Ao longo do percurso, irás encontrar inúmeras ruínas arqueológicas e outros locais históricos, como as Catacumbas de São Calisto, o Mausoléu de Cecília Metella, o Circus de Maxentius, a Igreja de Domine Quo Vadis ou o Parco degli Acquedotti. Tem em atenção que a entrada em alguns destes sítios específicos é paga, mas a estrada é de acesso gratuito.

Provavelmente o local mais peculiar da nossa colectânea, esta “atracção” tornou-se viral através das redes sociais, sendo agora muitos os turistas que fazem questão de vir aqui para espreitar pelo buraco de uma fechadura. Confuso? Passo a explicar. Acontece que o buraco da chave está alinhado de forma quase perfeita com a Basílica de São Pedro e sem nenhum edifício pelo caminho, fazendo com que, se espreitares, possas ver a cúpula da basílica a erguer-se no horizonte por entre um arco perfeitamente enquadrado de arbustos.
A agora famosa porta faz parte da Villa del Priorato di Malta, um edifício histórico pertencente aos icónicos Cruzados da Ordem de Malta. Infelizmente, a villa em si não permite a entrada a visitantes, mas a entidade a que pertence faz com que a vista seja especialmente singular. Afinal, e apesar de não ter um país, esta ordem é internacionalmente reconhecida como soberana, o que significa que, dentro dos seus edifícios, o território pertence tecnicamente aos Cruzados (como uma embaixada). Ora, isto faz com que a vista da fechadura apanhe não 1, não 2, mas 3 nações diferentes (Itália, Ordem de Malta e Vaticano) – o que, tanto quanto sei, deve ser caso único no mundo!

Para rematar esta lista e fechar em beleza, nada melhor do que uma vista panorâmica! Apesar de Roma ser conhecida como a Cidade das Sete Colinas (sim, como Lisboa), a Colina Gianicolo não é considerada um desses sete exemplares, já que fica situada um pouco fora do centro histórico. Curioso, já que é a segunda colina mais alta da Roma contemporânea! Ora, como deves calcular, toda essa altitude vem acompanhada de uma perspectiva extraordinária sobre a cidade, com vista privilegiada sobre as suas torres e cúpulas!
Para além da subida ser relativamente fácil, a própria colina tem algumas outras atracções para complementar a tua visita, como a Fonte dell’Acqua Paola ou a Igreja di San Pietro in Montorio. Num pormenor engraçado, é junto ao Belvedere del Gianicolo que todos os dias é disparado um canhão exactamente ao meio-dia, cumprindo assim uma tradição que começou em 1846 e que é cumprida escrupulosamente desde 1904!
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