16 opções alternativas a destinos extremamente populares 📌🗺️

  • 26.06.2023 16:20
  • Bruno A.

Num mundo cada vez mais globalizado, é difícil encontrar locais onde ainda seja possível ter uma experiência tranquila e/ou mais amiga da carteira e/ou que simplesmente te permita fugir um pouco experiências que todos procuram. Para te ajudar, deixamos-te com 16 opções alternativas a destinos extremamente populares.

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Seguramente já te terá acontecido ficar desiludido com uma determinada experiência de viagem. Por vezes, somos capazes de criar uma expectativa de tal modo infundada que, quando a ideia se materializa, não há qualquer opção alternativa à desilusão. Talvez seja por causa da imensidão das multidões, dos preços turísticos exacerbados ou, simplesmente, porque a visão da realidade não corresponde às imagens pristinas e descontextualizadas das redes sociais. É normal, e o mais provável é que continue a acontecer com cada mais maior frequência, especialmente no que toca a destinos massificados.

É para fazer face a esta sensação tão ingrata, que por vezes o melhor caminho é mesmo o menos percorrido. E é isso que te iremos tentar convencer a fazer com este artigo: explorar países ou cidades que costumam receber bem menos atenção quando comparadas com locais bem mais populares entre as massas. Curioso? Então fica connosco e descobre 16 excelentes alternativas a destinos extremamente populares!

16 alternativas a destinos turísticos famosos

Lombok, como alternativa a Bali

Haverá destino mais mastigado nas redes sociais que a ilha de Bali? Outrora um local de eleição entre hippies e mochileiros, Bali é agora um parque de diversões, completo com as famosas trupes de influencers e adultos a tentar “reconectar-se com a sua essência”. Aliás, o nível de chegadas turísticas está tão alto que já têm sido várias as medidas implementadas por parte do governo local para fazer face ao descontentamento da população.

Assim, se queres uma experiência mais autêntica num lugar onde, efectivamente, te sentirás bem-vindo, ruma a leste e visita a ilha vizinha de Lombok! Embora não tenha a mesma variedade de templos hindus nem uma vida nocturna tão animada, a verdade é que as suas praias são bem melhores que as da congénere balinesa. Para além disso, as montanhas e cenário natural de Lombok estão também noutra dimensão. Posto isto, se o que queres mesmo são umas férias relaxadas com muitas idas a banhos e alguns passeios pela natureza, deixa a confusão de Bali para trás e ruma antes a Lombok.

Albânia, como alternativa à Croácia

Muito à conta de “Game of Thrones” e de uma maior aproximação à realidade europeia, a Croácia é, hoje em dia, um destino extremamente popular no continente europeu. No entanto, e como sempre invariavelmente acontece, a sua fama veio acompanhada de enxurradas de turistas, e preços altíssimos! Isto é especialmente aplicável à Costa da Dalmácia, onde podes encontrar destinos como Dubrovnik, Split, Zadar e Hvar.

No entanto, e a apenas algumas centenas de quilómetros mais a sul, poderás descobrir um destino capaz de oferecer mais, por preços consideravelmente menores. Pese embora a Albânia tenha vindo a ganhar grande tracção nos mapas turísticos ao longo dos últimos dois anos, a verdade é que a “Terra das Águias” continua a ser relativamente desconhecida do grande público. Ao visitar a Riviera Albanesa, não só poderás tostar ao sol em praias bem mais agradáveis que as que encontrarias na Croácia, como a própria vertente cultural é mais rica, completa com visitas a cidades históricas otomanas (como Berat ou Gjirokaster), aldeias pitorescas (como Dhermi ou Vuno) e vestígios arqueológicos (Parque Nacional de Butrint).

Noruega / Açores, como alternativa à Islândia

Se o isolamento Islandês ou os seus preços absolutamente absurdos te estiverem a impedir de visitar a “Terra do Fogo e do Gelo”, é com agrado que te comunicamos que existem excelentes alternativas ao seu cenário natural idílico… e uma delas fica mesmo no nosso país! À semelhança da Islândia, também os Açores são um território com uma cultura bastante própria e um número aparentemente interminável de maravilhas naturais merecedoras de uma visita, incluindo com atividade vulcânica. Quer tentes fazer um périplo pelo maior número de ilhas possível ou te fiques por São Miguel e/ou Terceira, prometemos que terás muito com que te entreter!

Por outro lado, se a tua motivação para visitar a Islândia está mais relacionada com a possibilidade de assistir às famosas Auroras Boreais, podes sempre optar pela Noruega. Olhando à dimensão gigantesca no país, quererás ir tão a norte quanto possível, com a região de Tromso (e arredores), já inserida no Círculo Polar Árctico, a reunir as condições óptimas para a visualização deste espectáculo natural de luzes e cores.

Cesky Krumlov, como alternativa a Praga

Embora Praga seja, na minha humilde opinião, uma das grandes cidades da Europa (e um local que todos devem visitar), é difícil ter argumentos para contrapor os efeitos que o turismo tem tido sobre a capital checa. A título de exemplo, Praga recebe 60% de toda receita turística da República Checa, sendo este de longe o país mais centralizado (no que ao turismo diz respeito), de toda a União Europeia. Assim sendo, e para quem visita o país, é boa ideia encontrar locais alternativos que, inevitavelmente, receberão menos turistas.

Um desses locais, embora seja também consideravelmente popular, é a cidade de Cesky Krumlov, situada a apenas 2 horas da capital. À semelhança de Praga, encontrarás um centro histórico extremamente bem mantido, com muita arquitectura barroca e medieval, mas com multidões menos densas e preços mais simpáticos para a carteira. Para além disso, sendo uma cidade pequenina, o próprio ambiente é muito mais intimista. Outras cidades checas que merecem uma visita incluem Olomouc, Karlovy Vary, Kutna Hora e Brno.

Botswana, como alternativa ao Quénia

Há muito um local de eleição entre amantes de safaris e da vida natural, o Quénia destaca-se como um dos destinos turísticos mais populares de todo o continente africano. No entanto, e ao contrário do que pode ser a crença geral, viajar em África é caro… muito caro! Especialmente para desfrutar deste tipo de experiências no meio da natureza, o preço por cabeça pode facilmente chegar aos 300/400 USD por dia. Infelizmente, isto é algo transversal a países como África do Sul, Quénia, Tanzânia ou Botswana – a nossa alternativa recomendada!

Assim sendo, a nossa sugestão não se prende com razões orçamentais, mas sim com a qualidade da oferta, uma vez que a variedade de experiências disponíveis é tremenda. Queres visitar um pantanal? Tens o Delta de Okavango. Ver a maior concentração de elefantes do mundo? Visita o Parque Nacional de Chobe. Safari pelo deserto? É só fazer um desvio até ao Kalahari. Avistamentos nocturnos? Nada melhor que o Tuli Block, junto às margens do Rio Limpopo. Afinal, se é para rebentar com o orçamento, mais vale ver tudo aquilo a que tens direito!

Guatemala, como alternativa ao México

Considerado um dos destinos mais populares do mundo durante e no pós-pandemia, o México desfruta de uma fama extraordinária, muito à conta da sua Península de Yucatan, lar de praias paradisíacas, ruínas Maias e cidadezinhas coloniais. No entanto, ficar pela península, por mais impressionante que seja, não é conhecer o verdadeiro México, que vai bem para lá da ordem artificial de Cancun ou Tulum.

Por isso, se quiseres percorrer um país de lés-a-lés que consiga oferecer algo semelhante, recomendamos que explores nada menos que a Guatemala, o vizinho a sul! Embora, tenhamos que admitir, a qualidade das praias não seja a mesma, a verdade é que, culturalmente, a Guatemala é capaz de rivalizar com o gigante Mexicano. Seja pela beleza colonial da Antigua Guatemala, pelas impressionantes erupções do Acatenango, ou pela paisagem calma do Lago Atitlán, a verdade é que é raro o visitante que não regressa totalmente enamorado. Para além disso, é também aqui que encontrarás o fabuloso Tikal, uma antiga cidade Maia que poderia muito bem roubar o lugar a Chichén Itzá enquanto Maravilha do Mundo.

Siena, como alternativa a Florença

Apesar de, idealmente, qualquer aventura pela Toscânia incluir estas duas paragens, a verdade é que, se tiveres tempo ou orçamento limitado, é sempre preferível ficar a conhecer a região um pouco mais a fundo que dedicares-te exclusivamente a Florença (à qual podes sempre regressar mais facilmente). Posto isto, e se procuras a cidade perfeita para utilizar como base, recomendamos que optes por Siena e pelas ruelas tortuosas e labirínticas!

Para além de ser, no cômputo geral, uma cidade mais barata, Siena é também bastante mais pequena, pelo que não te levará tanto tempo para que a fiques a conhecer a fundo, reservando-te mais tempo para o resto da Toscânia. Não obstante, Siena tem uma beleza bastante clássica que merece ser desfrutada e apreciada, com destaque para a fabulosa Piazza del Campo, considerada uma das mais bonitas do Velho Continente. Depois de visitada a alternativa florentina, faz-te à estrada e visita outros conhecidos pontos da região, como San Gimignano, Luca, Pisa, Montepulciano ou Elba.

Milos, Paros e Naxos, como alternativa a Santorini e Mykonos

Se é verdade que a Grécia é composta por milhares de ilhas, muitas delas sob a forma de verdadeiros paraísos terrestres, a triste realidade é que a esmagadora maioria dos turistas fica feliz por simplesmente se juntar à manada e rumar às famosas Santorini e Mykonos. Por um lado entende-se, ou não fossem estes dois dos mais belos exemplares Helénicos, mas com o excesso de turismo de que são alvo, sobra muito pouco de autêntico, tranquilo ou económico.

Se queres experienciar o melhor das ilhas gregas mas estás aberto a prosseguir por um caminho menos palmilhado, então recomendamos que substituas Santorini e Mykonos por Milos, Paros e/ou Naxos, respectivamente. À semelhança das primeiras, as alternativas que propomos fazem também parte das Cíclades, mas recebem consideravelmente menos turistas. Por causa disso, ainda é possível, quer em Milos, Paros e Naxos, encontrar pequenas “bolhas” da verdadeira Grécia insular, isto sem colocar em causa as praias dignas de um cartão-postal ou as tradicionais vilazinhas do país, tão conhecidas pelas cúpulas azuis e as casas caiadas de branco.

Omã, como alternativa ao Dubai

Confesso que não entendo quem vai de férias ao Dubai. Como local para viver? Impecável. Como sítio engraçado para aproveitar uma escala? Fenomenal. Mas, gastar preciosos dias de férias para ir propositadamente ao Dubai… bom, não entendo! Seja pela arquitectura futurista, praias, deserto ou cultura islâmica, a verdade é que encontras destinos bem mais indicados (e, já agora, mais baratos) para conseguir ter uma experiência que preencha melhor qualquer um desses parâmetros.

No entanto, essa contradição torna-se ainda mais flagrante quando olhamos para o Omã, precisamente o vizinho do lado dos Emirados Árabes Unidos. Não só é um destino mais económico (embora não seja propriamente barato), como é um verdadeiro tesouro escondido. Um país onde podes encontrar montanhas e desfiladeiros (wadis), fortalezas e oásis, mar e deserto. Um país com uma cultura bastante tradicional, mas hospitaleira. Um país onde o Islão é lei e os valores extremamente conservadores, mas longe da linha dura imposta pela Arábia Saudita. E curiosamente, apesar da proximidade do Dubai, um país onde dificilmente encontras outros turistas! Vão ao Omã… e se quiserem muito, podem então aproveitar uma escala de 3 diazitos no Dubai!

Filipinas ou Seychelles, como alternativa às Maldivas

Também já pensaste em fazer uma surpresa boa à tua cara-metade, tentar saber mais sobre aquelas vilazinhas da pinta em cima das águas do Índico e acabaste desanimado ao ver os preços? Entendo perfeitamente, jovem, as Maldivas não podiam estar mais longe de ser um destino económico! Somas ao alojamento os preços dos voos, refeições e todo e qualquer tipo de actividade, e existe uma boa probabilidade de ficares nas lonas!

Felizmente, as Filipinas podem oferecer-te as mesmas praias paradisíacas das Maldivas, por apenas uma fracção do custo (e, já agora, com uma população bem mais simpática). Olhando para o mapa, saber o que escolher das mais de 7000 ilhas filipinas – 2000 das quais habitadas – pode parecer uma tarefa hercúlea, mas estamos aqui para ajudar! Apresentamos-te então as ilhas de Palawan e Boracay, dois locais paradisíacos onde podes encontrar alguns dos areais mais belos do mundo, fazer vários passeios de barco pelos ilhéus da região e ter um contacto mais próximo com a vida marinha através de tours de snorkeling ou mergulho.

Embora não tão amigas da carteira como as Filipinas, não poderíamos também deixar de falar nas Seychelles. Afinal, haverá poucos sítios que encaixem tão bem na imagem estereotipada de um destino tropical! Com algumas das melhores praias do mundo, trilhos de montanha fabulosos e um conjunto alargadíssimo de espécies de fauna e flora que não poderás encontrar em lado nenhum, este é – sem sombra de dúvida – um destino imperdível para os amantes de natureza.

Riviera Turca, como alternativa à Riviera Francesa

Embora já não seja, nem de perto nem longe, um destino tão popular entre as gerações mais jovens, não há como negar o apelo da Riviera Francesa. De Menton a Nice, passando por Villefranche-sur-Mer, pelo Principado do Mónaco e – claro – por Saint Tropez, este é um destino internacionalmente conhecido pelo seu encanto e exclusividade. Infelizmente, é também um local famoso por preços, e isto é um eufemismo, “desajustados”.

Por sorte, e ali às portas do continente asiático (dependendo das interpretações), a Riviera Turca é uma alternativa monetariamente mais simpática, que a sua congénere francesa. É um mix bastante eclético entre as vilas típicas gregas e as fortalezas muralhadas otomanas, pontuadas com a já famosa hospitalidade turca. Para além disso, as suas praias fabulosas nunca enchem, o que significa que terás sempre um certo nível de privacidade e reclusão enquanto desfrutas destes areais pristinos e as suas águas turquesa! Alguns dos melhores lugares para visitar na Riviera Turca incluem as cidades de Antália, Marmaris, Cirali e Bodrum.

Utrecht, Leiden e Delft, como alternativa a Amesterdão

Não vamos dourar a pílula: Amesterdão é uma cidade única, e no que toca a estética e ambiente, poucas cidades conseguem ombrear com a capital neerlandesa. No entanto, e não é de agora, as autoridades locais já manifestaram várias vezes a sua intenção de filtrar os turistas que recebe, procurando atrair menos pessoas, mas que estejam na disposição de gastar mais dinheiro. Olhando a preços, a verdade é que, quer queiras ou não, é sempre necessário um certo esforço financeiro para visitar Amesterdão, uma vez que a cidade consegue ser extraordinariamente cara.

Então, porque não juntar o útil ao agradável e procurar alternativas dentro do país? Afinal, por um custo razoavelmente mais baixo e sem que seja necessário estar constantemente a disputar cada pedacinho de espaço com outros turistas, é perfeitamente possível desfrutar dos canais e da bela arquitectura típica dos Países Baixos. Para que possas fazer valer a tua experiência, a nossa sugestão é que faças um pequeno périplo de 3 ou 4 dias – o tempo que passarias em Amesterdão – a visitar várias cidades secundárias do país, com destaque para Utrecht, Leiden e Delf!

Khao Lak, Ko Tau ou Ko Lanta ou como alternativa a Phuket

Por mais famosas e paradisíacas que seja (e é) a ilha de Phuket, a verdade é que virou um autêntico viveiro de turistas, sendo já difícil conseguir encontrar algum tipo de autenticidade e sossego no quotidiano deste destino tailandês.

Assim sendo, porque não experimentar algo diferente? Afinal, as baías paradisíacas, águas turquesa e areais pristinos não são um exclusivo destes dois lugares, estando presentes um pouco por toda a Tailândia. Khao Lak, Ko Lanta ou Ko Tau, são excelentes exemplos! Cercada pela floresta densa e colinas verdejantes do parque nacional com o mesmo nome, Khao Lak é formada por uma série de pequenas povoações costeiras, banhadas pelas águas apetitosas do Mar de Andamão. Para lá das oportunidades de mergulho e trekking, este é também um local de eleição para assistir à desova e nascimento de várias espécies selvagens de tartarugas! Ko Lanta e Ko Tao são duas, que se distinguem essencialmente pela primeira ser banhada pelo mar de Andamão, e a segunda estar nas águas do Golfo da Tailândia. De resto, tem ambas à espera dos visitantes um ambiente mais tranquilo e praias absolutamente fantásticas.

Bordéus ou Lyon, como alternativa a Paris

Diz o velho ditado que “teremos sempre Paris”. Bom, o nosso conselho é que os deixes então ficar com a capital francesa! Não me interpretes mal:  Paris é, de facto, extremamente bela. No entanto, é também uma das cidades mais visitadas do planeta, pelo que está longe de ser o sítio ideal para que consigas encontrar ou fazer algo fora-da-caixa.

Por outro lado, existem muitas cidades francesas que seriam capazes de disputar a atenção dos visitantes com Paris, se pelo menos lhes fosse dada a oportunidade. Afinal, a par de Itália e Espanha, este é um dos países culturalmente mais ricos do continente europeu! Como provas disso mesmo, destacam-se Lyon e Bordéus, respectivamente a terceira e nona cidades mais populosas de França. Tal como a Cidade-Luz, também estas estão repletas de edifícios clássicos e praças monumentais, estando inclusive acima da capital no que toca a experiências gastronómicas. Se Lyon é considerada a grande cidade culinária do país, Bordéus é famosa pelos seus vinhos, sendo ambas capazes de dar luta a Paris para  na arte de confortar a alma.

Cáucaso Georgiano, como alternativa às Dolomitas

Uma coqueluche recente do mercado turístico nacional, todos parecem ter despertado para as maravilhas das Dolomitas, a cordilheira situada no noroeste de Itália. Apesar disso, a verdade é que este é já há muito tempo um destino de eleição entre os entusiastas da montanha e da natureza, razão pela qual os seus trilhos costumam ser bastante concorridos nos meses de Verão.

Se procuras uma alternativa com oportunidades de trekking semelhantes e paisagens de cortar a respiração, recomendo que coloques os olhos na região do Cáucaso. Ensanduichada entre Europa e Ásia, esta região montanhosa é um autêntico sonho-tornado-realidade para os entusiastas dos outdoors, com o destaque a ir direitinho para Svaneti. Situada na parte central da Cordilheira do Cáucaso, esta província da Geórgia está totalmente cercada por picos com mais de 3000 metros de altitude, com alguns exemplares a chegarem aos 5000. Aqui, não podes perder a oportunidade de visitar Ushguli, uma das aldeias mais altas da Europa, e merecidamente designada como Património da Humanidade pela UNESCO.

Quirguistão e Tajiquistão, como alternativa à Patagónia

Finalmente, fechamos esta lista destacando a fabulosa região da Ásia Central. Da interminável estepe cazaque às cidades da Rota da Seda do Uzbequistão, esta é, sem sombra de dúvida, uma das regiões mais subvalorizadas do mundo. No entanto, para os efeitos deste artigo, vamos destacar a Pamir Highway, uma estrada montanhosa que liga as cidades de Osh, no Quirguistão, a Dushanbe, capital do Tajiquistão.

No entanto, esta não é apenas uma estrada qualquer, sendo considerada uma das roadtrips mais cruas e belas que o nosso planeta tem para oferecer! Ao longo do percurso, que pode demorar vários dias a concluir, as ofertas de alojamento roçam o rudimentar, sendo comum dormir em casa de famílias locais ou até mesmo pernoitar com os nómadas nos seus yurts. Pelo caminho, são quilómetros e quilómetros de paisagens intocadas e esmagadoras, com possibilidade de um desvio ao Vale de Wakhan, fronteira natural (e segura) com o Afeganistão. Se não tens orçamento para ir à igualmente fabulosa Patagónia, a Pamir Highway é uma alternativa extremamente barata que quererás acrescentar à tua lista!

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