Cabo Verde: Qual a melhor ilha para ti e porquê 😍

  • 09.08.2022 20:43
  • Paulo

Não é só a distância que explica que justifica visitar Cabo Verde. Mas as meras 4 horas de viagem, pelo menos para quem parte de Portugal, são um argumento forte para visitar Cabo Verde, a juntar à vibrante cultura local e ao clima ameno durante todo o ano. Dá uma vista de olhos a este pequeno Guia de Cabo Verde e descobre que ilha(s) se enquadra melhor naquilo que procuras!

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Para quem vive em Portugal, Cabo Verde é um destino bastante acessível. Uma viagem entre Lisboa e a capital cabo-verdiana, a Cidade da Praia, leva apenas 4 horas – muito menos do que outros destinos com um clima semelhante. À chegada, é fácil orientares-te e comunicares com a população local, já que o português é a língua oficial, falada por grande parte dos habitantes, mesmo que a língua do dia-a-dia seja o crioulo cabo-verdiano.

Cabo Verde é constituído por 10 ilhas de origem vulcânica, das quais apenas nove são habitadas pelos cerca de 550,000 habitantes do país. Ao longo do ano, as temperaturas no arquipélago rondam sempre entre os 20ºC e o 31ºC, enquanto a água do mar pode ir dos 21ºC aos 25ºC, tornando Cabo Verde num destino perfeito em qualquer altura do ano.

Fica a conhecer o que cada ilha tem para oferecer, bem como toda a informação que precisas de saber antes de viajares até Cabo Verde com o guia que preparamos para ti:

Qual a melhor altura para visitar Cabo Verde?

Cabo Verde é um arquipélago com um clima extremamente estável durante todo o ano. Embora exista uma época das chuvas – entre Julho e Outubro – mas raramente é muito persistente. As temperaturas durante o ano flutuam entre valores médios de 19-20ºC de temperatura mínima e 28-30ºC de temperatura máxima. Em termos de temperatura da água, ela é também estável durante todo o ano flutuando entre os 20-22ºC em Dezembro – Maio e 26-27ºC em Setembro-Outubro, começando a descer outra vez em Novembro.

Dicas para os viajantes

Tanto cidadãos brasileiros como portugueses estão isentos de visto para entrar em Cabo Verde, bastando-lhes apenas registarem-se em http://www.ease.gov.cv/ nos cinco dias antes da viagem e fazerem-se acompanhar por um passaporte válido por seis meses. Com este registo, é cobrada a taxa de segurança aeroportuária, que ronda os 31 euros.

A moeda local, o Escudo de Cabo Verde (CVE), tem uma taxa de câmbio fixa em relação ao Euro (1 Euro = 110 CVE). Muitos locais, principalmente nas zonas mais turísticas, aceitam euros como pagamento. No entanto, muitos desses estabelecimentos aplicam um câmbio informal de 1 Euro = 100 CVE, pelo que será boa ideia levantares algum dinheiro na moeda local.

Viagem e transportes

Sendo um país com fortes laços com Portugal – os cabo-verdianos são uma das maiores comunidades de imigrantes no país – não é de espantar que existam bastante ligações aéreas entre ambos.

A partir de Lisboa, a TAP tem voos diretos para as ilhas da Praia, Boa Vista, Sal e São Vicente e a Cabo Verde Airlines entre Lisboa e Sal, São Vicente ou Praia. Há ainda uma ligação entre Ponta Delgada e a Ilha da Praia, assegurada pela Azores Airlines

Para viajar entre as várias ilhas de Cabo Verde, podes optar por barco ou avião. Os horários das ligações de barco regulares pode ser encontrado no site da CV Interilhas. Para as conexões aéreas, podes contar com a Bestfly Cabo Verde.

Autocarro Cabo Verde

Para deslocações dentro de cada ilha extem várias opções. Nas ilhas maiores, alugar um carro é sempre uma possibilidade, existindo em alguns locais concessionários internacionais como a Hertz na Ilha de Santiago.

Se não optares por alugar carro, dentro de certas cidades, podes usar os transportes públicos, como é o caso da  Cidade da Praia, na Ilha de Santiago, ou Mindelo, na Ilha de São Vicente. Mas para viagens fora das cidades terás de escolher entre excursões organizadas ou transportes informais – táxis sem taxímetro ou carrinhas transformadas em minibus operadas por privados.

Gastronomia

Enquanto país-arquipélago, Cabo Verde tem uma forte cultura de peixe e marisco. Cracas, percebes, búzios, lapas, camarão, polvo ou lula fazem todos parte do cardápio das várias ilhas.

O prato nacional cabo-verdiano é, definitivamente, a cachupa, uma receita rica em proteína e que dizem ser uma ótima cura para a ressaca. A cachupa começa com uma base de feijão e milho a que se junta uma grande variedade de vegetais – cenoura, mandioca, batata cozida, couve lombarda, entre outros. À cachupa rica é adicionada carne enquanto a cachupa pobre vem com peixe. Este prato é tão polivalente que os restos podem ser refogados na manhã seguinte, e, acompanhados de linguiça e ovo estrelado, tornam-se num pequeno-almoço reforçado.

Também não existem grandes dúvidas em relação ao estatuto do grogue enquanto bebida nacional. Da família do rum, o grogue é uma aguardente à base de cana-de-açúcar, em grande parte produzido por métodos tradicionais. O grogue pode ser bebido ao natural ou em cocktails. Juntando mel ou melaço obtém-se um licor conhecido como pontche, semelhante à poncha da Madeira.

As Ilhas do Barlavento

São Vicente

Mindelo, São Vicente

Mindelo, a maior povoação da Ilha de São Vicente, e a segunda maior cidade de Cabo Verde, é um centro da rica cultural cabo-verdiana. Com uma animada vida noturna, Mindelo é o sítio por excelência para escutar os estilos de música locais, da morna ao funaná, passando pela coladeira e quizomba.

Já cantava Cesária Évora, que popularizou a morna em volta do mundo que “Quem ca conchê Mindelo, ca conchê Cabo Verde (Quem não conhece Mindelo, não conhece Cabo Verde)”. A cultura da cidade vai muito para lá da música – há largas décadas que Mindelo é um polo de literatura, pintura e artesanato. Aqui se realizam o Mindelact, um festival de teatro reconhecido internacionalmente, bem como um dos carnavais mais animados do país.

Fora da cidade de Mindelo, a ilha de São Vicente é conhecida pela sua paisagem árida e pelos montes de origem vulcânica. Se bem que é possível fazer praia logo junto a Mindelo, na praia da Laginha, é no outro lado da ilha que se encontram alguns dos areais mais conhecidos, como a Praia Grande ou a Baía das Gatas, esta último conhecida pela sua piscina natural.

A apenas 8 quilómetros de São Vicente fica a Ilha de Santa Luzia. Tendo já sido habitada por uma pequena comunidade de pastores, hoje em dia está completamente desabitada.

Santa Luzia é parte de uma reserva natural marítima e por isso apenas pescadores e cientistas podem entrar nas suas águas. Apesar de existirem planos para ecoturismo sustentável no futuro, por agora Santa Luzia vai continuar a ser um destino inexplorado.

Boa escolha se a tua motivação para visitar é: Cultura, História

Santo Antão

Santo Antão, Cabo Verde

Apesar de pouco procurada pelos turistas, a Ilha de Santo Antão começa a ser conhecida graças aos seus trilhos que fazem as delícias dos caminhantes mais intrépidos.

Acessível através de ferry vindo da Ilha de São Vicente, a primeira impressão dos visitantes é o reboliço do caís de Porto Novo. Daí, é possível seguir pela estrada de montanha que liga à Ribeira Grande, no lado oposto da ilha, uma viagem que vale a pena principalmente para ficar a conhecer a deslumbrante zona alpina de Santo Antão.

São muitos os trilhos espalhados pela ilha, alguns dos quais dão acesso a pitorescas aldeias que não são acessíveis de outra forma, como é o caso de Fontainhas ou Formiguinhas. Alguns dos trilhos mais procurados incluem o que liga a Ponta do Sol à Cruzinha e a fabulosa descida à Cova do Paúl.

Boa escolha se a tua motivação para visitar é: Conjugar cultura, natureza e caminhada

Sal

cabo verde

A Ilha do Sal é uma das mais conhecidas dos roteiros internacionais, graças à sua longa costa repleta de praias de areia branca.

Sem surpresas, o nome da ilha vem da indústria do sal que motivou o povoamento desta ilha. Na Salina da Pedra do Lume, onde começou a extração do sal, os visitantes têm a oportunidade de experimentar a sensação de flutuar na água salgada.

Outra experiência peculiar que podes trazer da Ilha do Sal é a de nadar com tubarões. Calma, não te estamos a mandar para a morte certa: na adequadamente chamada de Baía dos Tubarões, é possível caminhar entre crias de tubarão-lima, que aqui ficam até crescerem o suficiente para se aventurarem em águas mais profundas.

Mas o principal atrativo da Ilha do Sal é mesmo o mar e a praia. A piscina natural formada pela lava, conhecida por Buracona, é um dos pontos costeiros mais procurados. No que toca a areais, o destaque vai para a Praia de Santa Maria, mais protegida do vento que por vezes pode ser inclemente.

Boa escolha se a tua motivação para visitar é: Conjugar praia, natureza e cultura

São Nicolau

Sendo a ilha mais central do Barlavento, talvez por isso São Nicolau seja uma das ilhas de Cabo Verde com maior diversidade de paisagens. É também uma ilha mais recatada e com poucos turistas, mas com muito para descobrir. Nos poucos restaurantes da ilha vais poder provar o modje de São Nicolau, um ensopado de cabrito que é o seu cartão de visita.

A vila de Ribeira Brava, com o seu pequeno centro histórico, é um bom ponto de partida para visitar a ilha. Não muito longe fica o Parque Natural Monto Gordo, excelente para caminhadas entre a frondosa vegetação local, testemunho da fertilidade dos solos da zona, onde se produz, entre outras culturas, o café.

Para sudoeste fica o Tarrafal de São Nicolau, uma zona piscatória muito procurada pelas suas areias, que se diz, por serem ricas em iodo e titânio, ajudam com doenças de ossos e articulações. No lado oposto da ilha, a paisagem torna-se bem mais seca, mas por sorte o mar está sempre perto e junto à aldeia de Juncalinho poderás encontrar uma piscina natural.

Boa escolha se a tua motivação para visitar é: Conjugar cultura e natureza

Boa Vista

Boa Vista, Cabo Verde

A sul da Ilha do Sal, a Boa Vista tem uma paisagem semelhante, incluindo o interior deserto, resultado da maior proximidade destas ilhas com o continente africano e com o deserto do Saara. A sua paisagem arenosa ajuda a explicar o facto de, apesar de ser a terceira maior ilha do arquipélago, albergar apenas cerca de 6,000 habitantes.

No centro da ilha, o Deserto de Viana é um ponto de paragem obrigatório. Apesar de relativamente pequeno, tendo um quilómetro de largura e cinco de comprimento, visitar este deserto de areias brancas intercaladas com rocha vulcânica negras no meio do Atlântico é uma experiência única, especialmente à luz da lua cheia.

Continuando com os pés na areia, o difícil será escolher entre as muitas praias da ilha. Entre as mais atrativas inclui-se a praia do Estoril, Santa Mónica, da Varandinha e de Chaves.

Para conhecer um pouco da vida local, podes sempre deslocar-te à única cidade da ilha, a povoação de Sal-Rei. Sendo que muitos turistas escolhem ficar pelos resorts, esta é boa ideia para quem gosta de paragens mais pacatas. A maior atração da cidade é a Igreja de Santa Isabel, se bem que o mercado do peixe será provavelmente a melhor oportunidade para mergulhar na vida local.

Boa escolha se a tua motivação para visitar é: Conjugar praia, caminhada, cultura e natureza

As Ilhas do Sotavento

Santiago

Santiago, Cabo Verde

A maior e mais habitada ilha de Cabo Verde, é em Santiago que fica a capital do país, a Praia, uma cidade em rápido crescimento. Junto à baía que banha a cidade, encontra-se uma zona conhecida como plateau, de ruas paralelas e arquitetura colonial, onde ficam alguns dos marcos da cidade como o palácio presidencial, a Igreja de Santa Clara ou a Sala-Museu Amílcar Cabral – figura incontornável da história e independência cabo-verdiana.

Mas é nos mercados da cidade que realmente se sente a vida da Praia. Em lugares como o mercado de Sucupira pode-se comprar um pouco de tudo, de artesanato e tecidos até fruta e peixe do dia entre um ambiente bastante animado.

Praia nem sempre foi a capital do arquipélago. Originalmente, a agora conhecida como Cidade Velha, era o centro de atividade da ilha. Fundada em 1462, a então Ribeira Grande cresceu graças à abundância de água doce na região, mas não resistiu aos ataques piratas que a condenaram ao abandono no século XIX. Já no século passado voltou a ser ocupada por antigos habitantes da zona montanhosa, e é hoje muito procurada pelos visitantes das ruínas da antiga capital, que incluem a Sé Catedral e a Fortaleza de São Filipe.

No interior de Santiago, o Parque Natural da Serra da Malagueta é uma ótima zona para trilhos, entre a fauna e flora – com várias espécies endémicas à ilha – e onde poderás também encontrar aldeias típicas entre as magnificas montanhas da serra.

No norte da ilha fica a praia do Tarrafal, uma das mais bonitas de Santiago, junto à localidade de Chão Bom. É, no entanto, difícil desassociar esta região do campo de concentração aí construído pelo Estado Novo português para prender dissidentes portugueses e anticolonialistas de Angola, Moçambique e Guiné-Bissau. Para quem se interessa por história e está preparado para o que será necessariamente uma visita difícil, existem guias disponíveis para contextualizar o que resta deste local.

Boa escolha se a tua motivação para visitar é: Conjugar história, caminhada, cultura e natureza

Fogo

Fogo, Cabo Verde

Todo o arquipélago de Cabo Verde foi criado por erupções vulcânicas. Mas ao contrário das restantes ilhas, onde a atividade vulcânica está praticamente extinta, na Ilha do Fogo a última erupção ocorreu entre 2014 e 2015.

O resultado destas erupções é uma paisagem lunar, de rios de lava e rocha negra. É na zona de Chã das Caldeiras que melhor se pode admirar esta vista particular, bem perto do Pico do Fogo, um vulcão com cerca de 2,800 metros de altitude, a maior elevação em Cabo Verde, ao qual podes subir sempre com a ajuda de um guia local.

Aos poucos, a vida volta a esta zona da ilha que teve de ser evacuada durante a última erupção. Aí se produz o vinho do Fogo, fortificado pelo solo vulcânico – é aliás a fertilidade deste solo que leva a população a retornar após cada erupção.

As praias da ilha do Fogo são igualmente de areia negra, criando um belo contraste com o mar azul. Nem todas as praias do Fogo são aconselhadas a banhos, já que o mar entre esta ilha e a vizinha ilha Brava é bastante revolto. Para isso convém seguir até às Salinas da Ilha do Fogo, uma baía que cria uma área de mar mais calmo.

Boa escolha se a tua motivação para visitar é: Natureza

Maio

Ilha do Maio, Cabo Verde

Apesar de ficar a apenas oito minutos de avião da ilha de Santiago, e de ser um paraíso natural reconhecido pela Unesco como Reserva Mundial de Biosfera, a Ilha do Maio tem pouca infraestrutura para turistas e é por isso ideal para quem não se importa de trocar algum conforto para encontrar um local mais preservado.

A recompensa para quem toma a decisão de visitar a ilha do Maio são praias desertas que estão entre as mais fantásticas do arquipélago. Contam-se aqui as praias conhecidas como Praiona, Ponta Preta ou Porto Inglês. É em algumas dessas praias que é possível ver a desova de tartarugas entre Junho e Novembro.

A pequena Cidade do Maio, também conhecida como Porto Inglês, é a maior povoação da ilha. Aqui se encontra o forte de São José, construído para lutar contra ataques de piratas e corsários que procuravam apoderar-se do sal aí produzido. Hoje em dia são os barcos dos pescadores locais que dão vida à praia desta cidade de pouco mais de 400 habitantes.

Boa escolha se a tua motivação para visitar é: Conjugar praia e natureza

Brava

Entre as ilhas habitadas de Cabo Verde, a Ilha Brava é a mais pequena. Para aqui chegar só mesmo de barco a partir do Fogo, já que o aeródromo local está desativado. Tal como já mencionamos, o mar entre as duas ilhas é do mais revolto no arquipélago, podendo por isso haver interrupções do serviço. Por este motivo, visitar a Ilha Brava é apenas para quem tem um calendário mais flexível.

A capital, a Vila Nova de Sintra, foi construída entre as montanhas da ilha, na tentativa de defende-la dos ataques costeiros e por isso é acessível apenas por uma sinuosa estrada. Vale a pena visitar as ruas da povoação antes de partir à descoberta das maravilhas naturais da Ilha Brava.

Daí o caminho será sempre por curvas e contracurvas, mas no fim acabará sempre por compensar. Um dos melhores locais para visitar na ilha é a Fajã da Água, uma baía no lado ocidental onde se formam várias piscinas naturais.

A Ilha Brava tem o seu próprio microclima: aí as nuvens estão sempre perto das montanhas, e talvez por isso esta seja uma ilha muito mais verde do que as restantes. E sendo uma ilha montanhosa, não faltam miradouros para admirar essa paisagem verdejante, juntamente com o Pico do Fogo no horizonte.

Boa escolha se a tua motivação para visitar é: Natureza 

Conclusão:

Embora não existam “melhores ilhas” de forma absoluta, podemos deixar algumas sugestões finais:

Para Praia: Sal, Boa Vista, Maio

Para Cultura: São Vicente, São Nicolau, Santo Antão, Boa Vista, Santiago

Para Natureza: Maio, Fogo, Santo Antão, Brava, Boa Vista, São Nicolau

Para Caminhada: Boa Vista, Santo Antão, Santiago

Para História: Santiago, São Vicente

Para vida de resort: Sal

Para um “best off”: Boa Vista

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