Lista de todos os países que exigem visto de turismo a portadores de passaporte Português 🛂

  • 28.08.2023 14:50
  • Bruno A.

Embora o passaporte português esteja extremamente bem cotado no panorama internacional, a verdade é que existem ainda praticamente 70 estados onde é exigida a obtenção de visto de turismo a cidadãos portugueses para que lhes seja autorizada a entrada no território. Vê aqui quais são e o que é necessário para entrar nestes países.

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Os níveis de dificuldade para conseguir o tão desejado autocolante mágico variam consoante a tipologia de destino e a rigidez do regime. Se há países onde podes simplesmente pagar e obter o visto à chegada, noutros poderás tratar do processo online a partir do conforto do teu lar. Por fim, e estes são os que verdadeiramente assustam, existem destinos que exigem especificamente que trates da candidatura ao visto numa embaixada, ou até que contrates obrigatoriamente os serviços de uma agência que te possa ajudar no processo e acompanhar no país.

Assim sendo, e porque compreendemos que este possa ser um tema complicado de navegar, tomámos a liberdade de compilar uma listagem com todos os países que exigem visto a portadores de passaporte Português!

Destinos que exigem visto a Portugueses

Visto à chegada

Estes são os destinos mais simples. Sem que seja necessário algum tipo de preparação prévia, bastar-te-á apenas chegar ao país e solicitar o visto na zona de imigraçã. Embora algumas nações te possam inclusivamente atribuir um visto gratuito, a maioria exige o pagamento de uma taxa, que poderá ser liquidada em euros, dólares ou na moeda local (terás que pesquisar antecipadamente caso-a-caso).

Outro factor a ter em conta está relacionado com o período do teu visto. Mesmo nestes casos, em que o famigerado autocolante te é atribuído à chegada, deves ter o cuidado de não violar o período máximo permitido de estadia, sob o risco de teres que pagar uma multa à saída e/ou te ser proibido o acesso ao país no futuro.

Assim, estes são os países onde portadores de passaporte português podem obter visto à chegada:

Visto à chegada OU Online

Arábia Saudita: Emitido um visto à chegada ao país por 480 SAR (inclui seguro), com validade para 90 dias, e de entrada múltipla (também disponível online por 535 SAR)

Bahrain: Emitido um visto à chegada ao país por 25 BD, para 14 dias, entrada única (também disponível online por 29 BD)

Burkina Faso: 94.000 CFA, 30 dias, entrada única (também disponível online por 175 USD)

Camboja: 30 USD, 30 dias, entrada única (também disponível online)

Egipto: 25 USD, 30 dias, entrada única (também disponível online). Não é necessário se aterrares em Sharm el-Sheikh e não saíres da Península de Sinai

Indonésia: 500.000 Rps, 30 dias, entrada única (também disponível online)

Jordânia: 40 JOD, 30 dias, entrada única (em alternativa, podes comprar o Jordan Pass, que já inclui o valor do visto – mas tens de passar na mesma pelos procedimentos de emissão de visto à entrada do país).

Kuwait: 3 KWD, 90 dias, entrada única (também disponível online por 4 KWD)

Laos: 50 USD, 30 dias, entrada única (também disponível online)

Madagáscar: 10€, 15 dias, entrada única (também disponível online)

Malawi: 50 USD, 30 dias, entrada única (também disponível online)

Nepal: 30 USD, 15 dias, entrada única (também disponível online)

Ruanda: 50 USD, 30 dias, entrada única (também disponível online). Em alternativa, existe também o East Africa Tourist Visa, válido para os territórios de Quénia, Ruanda e Uganda. Tem o custo de 101 USD, validade de 90 dias e serve para múltiplas entradas e travessias entre os 3 países.

Serra Leoa: 80 USD, 30 dias, entrada única (também disponível online)

Sri Lanka: 60 USD, 30 dias, entrada única (também disponível online por 50 USD)

Tanzânia: 50 USD, 90 dias, entrada única (também disponível online)

Zimbabué: 45 USD, 90 dias, entrada dupla (também disponível online)

Apenas visto à chegada (on arrival)

Bangladesh: 51€, 30 dias, entrada única

Burundi: 90 USD, 30 dias, entrada única

Comores: 30€, 45 dias, entrada única

Guiné-Bissau: 65€; 30 dias, entrada única

Iraque: 75€; 60 dias; entrada única (também válido no Curdistão Iraquiano)

Líbano: Gratuito (0€), 30 dias, entrada única

Maldivas: Gratuito (0€), 30 dias, entrada única

Mauritânia: 55€; 30 dias, entrada única

Omã: Gratuito (0€), 14 dias, entrada única

Somália: 50 USD, 30 dias, entrada única (visto não é válido para o território autónomo da Somalilândia)

Nota: Se chegares por via terrestre ou marítima, tem em atenção que poderá não se aplicar o regime de visto à chegada (ou electrónico) em alguns destes destinos. Não é incomum, especialmente no que toca a destinos em África, que o regime em questão seja apenas válido para passageiros que entrem no país por via aérea. Nesses casos, deverás obter o visto presencialmente numa embaixada situada no país vizinho (de onde estás a entrar).

Visto online obrigatório (Evisa)

Seguem-se os destinos onde é obrigatório obter o visto (ou autorização para obtenção de visto) online antes da tua chegada. Nestes casos, tratarás de todo o processo a partir da internet, incluindo o pagamento, podendo existir destinos específicos onde a liquidação do visto tenha que ser obrigatoriamente feita à chegada. Aqui, deverás ter em atenção os prazos de antecedência a cumprir na candidatura ao visto online, caso contrário (se deixares muito para a última da hora), poderá chegar à data da tua viagem se que tenhas ainda recebido uma resposta afirmativa das entidades governamentais.

Posto isto, segue agora a lista de destinos onde terás obrigatoriamente que obter o teu visto online (evisa) antes da partida:

Angola: 120 USD, 30 dias, entrada única

Azerbaijão: 25 USD, 30 dias, entrada única

Benim: 60 USD, 30 dias, entrada única

Camarões: 100.000 CFA, 6 meses, múltipla entrada. Visto é levantado à chegada.

Costa do Marfim: 73€, 90 dias, entrada única. Apenas válido para quem aterra no Aeroporto Port Bouet

Djibouti: 12 USD, 14 dias, entrada única

Etiópia: 82 USD, 30 dias, entrada única. Apenas válido para quem aterra no Aeroporto de Adis Abeba

Guiné-Conacri: 80 USD, 30 dias, entrada única

Guiné Equatorial: 75 USD, 30 dias, entrada única

Índia: 10 USD (Abril a Junho) ou 25 USD (Julho a Março), 30 dias, entrada dupla OU 40 USD, 1 ano (máximo consecutivo de 180 dias), entrada múltipla

Myanmar: 50 USD, 28 dias, entrada única. Apenas válido para entrada através dos aeroportos de Yangon, Mandalay e Nay Pyi Taw, ou através da fronteira terrestre de Kawthaung, partilhada com a Tailândia

Nigéria: 73 USD, 90 dias, entrada única. Visto é levantado à chegada.

Paquistão: 35 USD, 90 dias, entrada única

Papua Nova Guiné: 50 USD, 30 dias, entrada única

Quénia: 51 USD, 90 dias, entrada múltipla. Em alternativa, existe também o East Africa Tourist Visa, válido para os territórios de Quénia, Ruanda e Uganda. Tem o custo de 101 USD, validade de 90 dias e serve para múltiplas entradas e travessias entre os 3 países.

República Democrática do Congo: 300 USD, 7 dias, entrada única.

Rússia: 49€, 16 dias, entrada única (informação provisória – implementado em Agosto 2023)

Sudão do Sul: 100 USD, 30 dias, entrada única

Togo: 25.000 CFA, 15 dias, entrada única

Uganda: 50 USD, 30 dias, entrada única. Em alternativa, existe também o East Africa Tourist Visa, válido para os territórios de Quénia, Ruanda e Uganda. Tem o custo de 101 USD, validade de 90 dias e serve para múltiplas entradas e travessias entre os 3 países.

Vietname: 25 USD, 30 dias, entrada única

Nota: À semelhança do regime anterior, existem também vários destinos nos quais o e-visa (visto electrónico) é válido apenas para quem aterra num dos aeroportos do país. Nos caso de muitas nações africanas, não existe qualquer informaçáo online acerca de quais as fronteiras terrestres que aceitam este documento. Aliás, tendo por base a experiência de outros viajantes, diria até que essa validade dependerá muito do humor (e da profundidade dos bolsos) do agente fronteiriço que esteja de serviço nesse dia. Nesses casos, especialmente ao longo da África Ocidental, a nossa recomendação é que trates do visto presencialmente na embaixada do país vizinho por onde planeies entrar.

Visto presencial na Embaixada

Normalmente os mais difíceis de obter, estes vistos estão normalmente associados a países relativamente (ou totalmente) fechados ao exterior, ou onde vigoram regimes de carácter duvidoso. Perante a impossibilidade de conseguires o documento à chegada ou por via electrónica, terás obrigatoriamente que dar um saltinho à embaixada mais próxima. O que acontece se Portugal não tiver representação diplomática de alguma destas nações? Pois, então terás mesmo que fazer uma visita “expresso” a Madrid, Londres ou Paris, para que possas tratar do assunto. Alternativamente, poderás também recorrer aos serviços de uma agência, sendo que terás que enviar o teu passaporte por correio e aguardar que o mesmo te seja devolvido, já com o tão ambicionado papelinho mágico.

Seguem os países cujo visto deve ser tratado directamente nas embaixadas ou representações consulares:

Afeganistão: 80 USD, 30 dias, entrada única. Actualmente, é apenas possível candidatares-te ao visto nas embaixadas Afegãs em Islamabad e Peshawar (Paquistão), Dubai e Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos), Dushanbe (Tajiquistão) e Bishkek (Quirguistão)

Argélia: 80€, 90 dias, entrada única. O país tem representação diplomática em Lisboa.

Chade: 100€, 30 dias, entrada única. As embaixadas mais próximas podem ser encontradas em Paris, Genebra e Bruxelas.

Gana: 55€, 30 dias, entrada única. As embaixadas mais próximas podem ser encontradas em Madrid, Paris e Londres.

Libéria: 100€, 30 dias, entrada única. As embaixadas mais próximas podem ser encontradas em Paris, Londres e Bruxelas.

Mali: 80 USD, 90 dias, entrada única. As embaixadas mais próximas podem ser encontradas em Madrid, Paris e Bruxelas. Uma vez que o norte do país é controlado por milícias independentistas, é altamente recomendado que não se viaje para norte de Djenné por razões de segurança.

Níger: 75€, 30 dias, entrada única. As embaixadas mais próximas podem ser encontradas em Paris, Bruxelas e Roma.

República do Congo (Congo-Brazzaville): 118€, 15 dias, entrada múltipla. Candidatura pode ser feita no Consulado Honorário do Congo-Brazzaville em Lisboa.

Sudão: 80-150USD, 30 dias, entrada única. As embaixadas mais próximas podem ser encontradas em Madrid, Paris e Londres. Também possível obter visto nos países vizinhos, como Egipto ou Etiópia.

Autorizações Electrónicas Online

Embora estejam oficialmente cotados como países onde o portador de passaporte português está isento de visto, a verdade é que as seguintes nações exigem a obtenção de uma autorização electrónica antes da viagem. Uma espécie de verificação de segurança, onde os viajantes preenchem os seus dados pessoais e uma série de declarações de intenção/idoneidade. Enfim, burocracias!

Austrália: Necessário obter uma licença E-Visitor subclasse 651. O pedido é habitualmente processado em 3 dias e não tem qualquer custo associado (gratuito). Permite-te entrar na Austrália as vezes que quiseres durante 12 meses, desde que a tua estadia não ultrapasse os 3 meses consecutivos de cada vez.

Canadá: Necessário obter um eTA. O pedido é habitualmente processado numa questão de minutos e tem o custo de 7$ CAD, permanecendo válido durante 5 anos (ou até o passaporte expirar). Se entrares no Canadá por terra, vindo dos EUA, ficas isento desta autorização electrónica. A tua estadia no país não poderá ultrapassar os 6 meses consecutivos de cada vez.

Coreia do Sul: Necessário obter um K-ETA. O pedido é habitualmente processado em 3 dias e tem o custo de 10.000 KWD, permanecendo válido durante 3 anos (ou até o passaporte expirar). A tua estadia no país não poderá ultrapassar os 3 meses consecutivos de cada vez.

EUA: Necessário obter um ESTA. O pedido é habitualmente processo em algumas horas, embora seja recomendado que a candidatura seja feita com uma antecedência de 3 dias face à chegada. O custo é de 21$ (17$ pela autorização + 4$ de taxa de processamento), permanecendo válido durante 2 anos. A tua estadia no país não poderá ultrapassar os 3 meses consecutivos de cada vez.

Nova Zelândia: Necessário obter um NZeTA. O pedido demora 72 horas a ser processado e tem o custo de 17$ NZD (na app) ou 23$ NZD (no website). Para além da autorização electrónica, é ainda necessário pagar o IVL, um imposto turístico a ser utilizado em esforços de conservação ambiental e sustentabilidade, e que tem o custo acrescido de 35$ NZD por visitante.

Regimes Especiais

Finalmente, decidimos criar uma designação especial para regimes de vistos que, estando enquadrados numa das categorias acima, têm algumas particularidades específicas que merecem ser discutidas em maior pormenor:

Bielorrússia: Não é necessário obter qualquer visto, desde que a entrada e saída sejam feitas a partir do Aeroporto de Minsk.

Butão: Todos os viajantes devem fazer-se acompanhar de um guia credenciado pelo governo. É esse guia/agência que irá tratar do processo do visto, seguido do pagamento de uma modesta taxa de 37€. Menos modestos são os valores dos tours. O governo estipulou aquilo a que chamam de “Minimum Daily Package”, e que decreta que o valor mínimo que um viajante deve pagar por dia é de 228€ (183€ durante a época baixa de Junho – Agosto). Esse valor inclui todas as deslocações, refeições, actividades culturais e alojamento.

China: Oficialmente, é obrigatório apresentar candidatura presencial ao visto no Chinese VISA Application Service Center de Lisboa, sendo necessário agendar a visita com antecedência junto do serviço. O visto de 30 dias e de entrada única tem o custo total de 127,65€. No entanto, é possível usufruir dos programas de isenção de visto de 72 horas (3 dias) e 144 horas (6 dias). Estes programas permitem que cidadãos portugueses permaneçam em determinadas regiões da China durante este período, sem que haja necessidade de obtenção de visto. Basta apenas mostrar prova de voo de saída para outro país (por exemplo, não podes voar de Pequim para Xangai) num prazo de 144 horas e ser-te-á dado acesso irrestrito a uma região Chinesa inteira. Para além disso, as regiões autónomas de Macau e Hong Kong contam como territórios “estrangeiros” (visa-free para portugueses). Isto significa que, por exemplo, é possível aterrar em Pequim, aproveitar toda a província (que inclui alguns pontos de acesso à Grande Muralha da China) durante 6 dias e depois voar para Hong Kong. Após visitares a megacidade, poderás voar depois para Xangai e aproveitar toda a província (que inclui as water towns, Hangzhou e Suzhou) durante mais 144 horas, antes de saíres novamente da China. Pode não ser tão prático, mas é uma opção viável.

Coreia do Norte: Considerado um dos regimes mais opressivos do planeta, a única forma de visitar a utopia de Kim Jong-Un passa pela contratação de um tour guiado, com a empresa a tratar de todo o processo de obtenção de visto. Evidentemente, é absolutamente impossível explorar o país de forma independente.

Cuba: Para obter acesso ao país, portadores de passaporte português necessitam de comprar um Cartão Turístico Verde (Green). Estes cartões podem ser adquiridos online, na Embaixada de Cuba em Portugal, numa agência de viagens ou até mesmo junto da companhia aérea. Os preços oscilam consoante a fonte, podendo variar entre os 22€ e os 80€.

Eritreia: Liderada por um grupo de paranoicos, conseguir um visto independente é missão quase impossível. A alternativa passa por recorrer a uma empresa de tours para que estejas acompanhado durante a tua visita, já que que as autoridades locais não têm qualquer interesse em que turistas estrangeiros possam percorrer o país a sós.

Irão: Embora o regime esteja oficialmente enquadrado no visto online/electrónico (evisa), o site oficial é conhecido pelos múltiplos erros de processamento, bugs e elevada taxa de rejeição. A alternativa passa por utilizar os serviços de uma agência especializada, como a 1stQuest, que te irá cobrar 29€ pelo “apoio” no processamento do visto (a viagem é totalmente independente). Depois de receberes o documento oficial com a aprovação do visto, poderás deslocar-te à embaixada Iraniana mais próxima (50€) ou recolheres o visto no aeroporto à chegada (75€).

Líbia: Desde a queda do regime de Gaddafi, a Líbia vive num estado de semi-Guerra Civil, com o país dividido entre este e oeste, onde vigoram diferentes governos. Por essa razão, não é permitido viajar de forma independente no país, sendo obrigatório contratar os serviços de uma agência para acompanhamento no país e processamento do pedido de visto. Felizmente, os sinais de abertura vão aumentando, sendo já possível (em tour guiado) visitar ambos os “lados” do território Líbio desde 2023.

Síria: Na sequência da violentíssima Guerra da Síria, que, para todos os efeitos, se prolonga até aos dias de hoje, o país apenas reabriu ao turismo há meia dúzia de anos. No entanto, e após um turista alemão ser encontrado a explorar um paiol militar do exército Sírio, o regime decidiu obrigar todos os visitantes a fazerem-se acompanhar de um guia local sempre que queiram visitar o país. À conta disso, é impossível obter visto (que custa 73 USD) se a candidatura não for feita por uma agência local devidamente credenciada.

Turquemenistão: Embora existam voos regulares e as fronteiras com Irão e Uzbequistão estejam abertas (bem como a fronteira marítima do Mar Cáspio), conseguir visto de forma independente para entrar neste destino pode ser um verdadeiro desafio! Actualmente, e para conseguires um visto turístico “normal”, a única esperança passa por contratares um tour privado, uma vez que sem ele não terás acesso à carta-convite obrigatória para o pedido. Para contornar a situação, muitos viajantes optavam por recorrer ao “visto de trânsito”, um documento que podes pedir em qualquer embaixada Turcomena (78€). No entanto, é o embaixador que decide qual o período que te é conferido, podendo o mesmo oscilar entre os 3 e os 7 dias. Pormenor importante: sendo este um visto de trânsito, o teu destino de saída tem obrigatoriamente que diferir do de origem! Isto significa que se voares para o Turquemenistão vindo de Istambul, terás que sair por terra para o Irão ou Uzbequistão, ou voar novamente com destino a uma cidade diferente.

Yemen: Outro país a viver uma guerra civil, o norte do Yemen está totalmente fora de órbita, sendo ainda assim possível visitar o sul de forma relativamente segura. Não obstante, e também aqui, a única forma de te ser atribuído um visto passa pela contratação de um tour privado, que para além de tratar do pedido terá também que te acompanhar no decorrer da tua visita. Apesar de ter passado incólume face ao conflito, os requisitos são exactamente os mesmos para visitar a Ilha de Socotra.

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