Como é voar com a Ethiopian Airlines em Classe Executiva e Classe Económica 🇪🇹: Porto – Victoria Falls ✈️ (Boeing 787-8 / Boeing 787-9)
Com a chegada da Ethiopian Airlines ao Porto em Julho deste ano, aproveitámos a oportunidade de voar para Victoria Falls. Neste artigo conto como foi a experiência de voar com a companhia aérea de bandeira da Etiópia – em classe executiva e classe económica – desde o embarque no Porto até à chegada a um dos destinos mais icónicos de África.
Nota: De forma a manter a experiência o mais genuína possível, o voo foi pago integralmente por nós e a companhia não foi informada que iríamos produzir qualquer artigo relacionado.
Porto – Addis Ababa (via Madrid), Classe Executiva
Hora prevista de partida:19h55; Hora prevista de chegada: 07h25 do dia seguinte; Duração prevista de voo: 9h e 30 minutos, Boeing 787-8
Em primeiro lugar, importa referir que esta viagem foi inicialmente adquirida com todos os trajetos em Classe Económica. No entanto, a Ethiopian faz parte do programa PlusGrade, que permite licitar um upgrade para a classe seguinte desde o momento da compra do voo até poucas horas antes do embarque. Habitualmente, as bases de licitação são tão elevadas que é muito raro participarmos.
No entanto, este valor chamou-nos a atenção: a base de licitação para um upgrade num voo Porto – Addis Ababa via Madrid era uns surpreendentes €100. Como tínhamos consciência de que se tratava de uma base de licitação excecionalmente baixa (daquelas oportunidades de upgrade em dinheiro que só surgem uma vez na vida), decidimos oferecer, no máximo, €150 (162 USD). Não ficámos com grandes expectativas, visto que normalmente estas licitações acabam por ultrapassar os 500 USD, mas “hey tentar não custa”.
Eis que, pouco menos de 24h antes depois, recebemos o e-mail da Ethiopian, com a aceitação da nossa licitação. Se há coisa excelente é voar em executiva em voos de longo curso. Pagar €150 para um upgrade em dinheiro é fenomenal e, provavelmente, não iremos conseguir um valor semelhante tão cedo (ou nunca mais).

Check-in no Porto:
Como tínhamos bilhete de classe executiva, passávamos a ter acesso à fila de check-in premium, ao fast track e ao lounge.
Chegámos ao Aeroporto Francisco Sá Carneiro cerca de 2h30 antes do voo. O check-in foi feito em literalmente 1 minuto, pois não havia ninguém nas filas, nem de classe económica nem de classe executiva. Estavam disponíveis dois balcões para passageiros de classe económica e um para passageiros premium/executiva, o que nos pareceu um número aceitável.

A segurança, na fila de fast track – já de si extremamente rápida, mesmo para quem não utiliza este serviço, dado que o Aeroporto Francisco Sá Carneiro é dos melhores nesse aspeto – demorou também cerca de um minuto. Isto significa que, cerca de cinco minutos após entrarmos no aeroporto, estávamos no Lounge ANA a aguardar o voo.
Lounge ANA no Aeroporto Francisco Sá Carneiro:
O Lounge ANA do Aeroporto do Porto esteve recentemente em obras, tendo sido aberta uma nova zona com mais lugares sentados, mas o restante espaço manteve-se praticamente igual. É um lounge simples, com duas áreas que oferecem pão, petiscos salgados (como pastéis de bacalhau, mini sandes, frutos secos) e doces (pastéis de nata, entre outros), uma máquina de café Nespresso, uma fonte de água e refrigerantes, uma arca com bebidas adicionais e uma zona self-service de bebidas alcoólicas. Os sofás são bastante confortáveis e, embora não consideremos que o valor pedido pela entrada (cerca de €35) seja justo, achamos que é adequado para um aeroporto da dimensão do Francisco Sá Carneiro.

Embarque no Porto:
Como o Boeing 787-8 da Ethiopian já tinha chegado durante a manhã, não houve quaisquer atrasos no embarque causados pela chegada tardia da aeronave. O embarque iniciou-se à hora prevista, na porta 12, sendo chamados primeiro os passageiros com crianças pequenas e idosos, seguidos dos passageiros premium e, por último, os de classe económica. Este foi também o embarque mais rápido a que assistimos, por uma razão simples: sendo uma operação muito recente e pouco publicitada – na prática, uma extensão do voo Madrid – Addis Abeba – apenas cerca de 20 passageiros embarcaram no Porto.
Voo ET741:

No assento (já lá vamos) tínhamos à espera uma almofada, uma manta, uns headphones de tamanho completo com cancelamento de ruído e uma garrafa de água. Pouco depois de nos instalarmos, a tripulação distribuiu os amenity kits e perguntou-nos se queríamos uma bebida antes da descolagem, oferecendo sumo ou champanhe. Optámos pelo champanhe.

Quanto ao amenity kit, vinha completo: meias, venda para os olhos, tampões para os ouvidos, um pente/escova, um kit dentário (escova e pasta de dentes), um batom hidratante e uma caneta.


Foi-nos ainda entregue o menu com as opções para o voo Porto – Madrid e também para o trajeto Madrid – Addis Abeba.


Embora o embarque tenha sido extremamente rápido, depois dos preparativos e do tradicional (e longo) vídeo de segurança, ainda aguardámos algum tempo pela autorização para a descolagem. O Boeing 787-8 da Ethiopian descolou para Madrid às 20:04, 19 minutos depois da hora prevista.
Numa viagem tão curta serve-se apenas canapés quentes, com versões vegetariana e não vegetariana. Optámos pelos dois na versão não vegetariana, consistente em duas espetadas (legumes grelhados e frango grelhado), um croquete e uma gamba panada. Estava razoável, mas nada de extraordinário. O problema de servir comida panada no avião é que é difícil manter a crocância, o que aconteceu com a gamba e o croquete — ambos ficaram demasiado moles. Juntamente com os canapés, disponibilizou-se um serviço de bebidas que incluía álcool e cocktails.

O serviço foi muito rápido – quando terminámos a refeição já estávamos a iniciar a descida para Madrid, e o Boeing 787-8 aterrou no Aeroporto de Barajas às 21:55, 15 minutos antes da hora prevista.
Paragem técnica em Madrid
Como referimos anteriormente, a rota do Porto é uma extensão da rota de Madrid, o que significa que, seja a voar para Addis Ababa ou a regressar, os passageiros com destino ou origem no Porto terão uma escala em Madrid para entrada e saída de passageiros, conforme a direção do voo. Os passageiros que viajam do Porto ou cuja viagem termina no Porto não têm de desembarcar nem voltar a embarcar em Madrid, permanecendo dentro da aeronave durante a escala de aproximadamente uma hora.
Foi, durante esta hora de escala, que aproveitámos para descobrir todas as funcionalidades do nosso assento de classe executiva:

Para além do óbvio e significativo upgrade em espaço para as pernas, todos os Boeing 787 (e os Airbus A350) da Ethiopian já incluem assentos lie-flat, ou seja, que reclinam para uma posição praticamente horizontal, transformando-se numa espécie de cama a 11 quilómetros de altitude e 800 km/h, permitindo ainda muitas outras posições intermédias, graças à regulação independente da inclinação do assento e do apoio de pernas.

Embora longe de ser dos mais modernos ou topo de gama, os assentos da Ethiopian são bastante confortáveis, apesar da zona dos pés ser bastante apertada e a privacidade não ser a melhor. São uma boa opção para viajar em família ou com amigos, mas o facto dos assentos junto à janela não terem acesso direto ao corredor implica, por vezes, passar literalmente por cima do passageiro ao lado, caso ele tenha o assento na posição cama.
O assento está equipado com tomada elétrica universal e porta USB-A, mas o espaço para arrumação é limitado, ficando restringido a uma ranhura por baixo do ecrã do sistema de entretenimento e à zona da tomada, junto ao ombro direito dos passageiros.
Depois de cerca de 1h40 no solo, finalmente levantámos voo novamente, desta vez em direção a Addis Ababa.
Quando atingimos a altitude de cruzeiro, a tripulação iniciou o serviço de jantar. Como já tínhamos escolhido os pratos no voo Porto – Madrid, o serviço foi extremamente rápido. Como entrada selecionei frango com molho hollandaise, salada e chutney de maçã. Estava bastante saboroso, embora a apresentação do chutney num recipiente de alumínio descartável pudesse ser melhorada. A entrada foi ainda acompanhada de pão e manteiga.

O prato principal consistiu em salmão em crosta de brioche, acompanhado de arroz de açafrão e cenouras caramelizadas. Mais uma vez, a apresentação poderia ser mais cuidada para uma classe executiva, mas o prato estava saboroso.

A sobremesa ficou a desejar, estando muito longe de ser um verdadeiro crème brûlée – principalmente na parte da crosta caramelizada. Na verdade, tinha pouco sabor e não impressionou.

Juntamente com o serviço de refeições, foi também feito um serviço de bebidas que inclui, mais uma vez, bebidas alcoólicas e cocktails e, numa segunda ronda, chá e café.
Falando agora do sistema de entretenimento a bordo: os ecrãs são enormes e têm uma qualidade bastante boa.

O sistema não apresenta muitos filmes muito recentes, mas inclui alguns blockbusters e uma vasta seleção de cinema internacional, incluindo filmes portugueses. O layout do menu é um pouco confuso, mas navegável.

Os passageiros de classe executiva têm acesso gratuito ao WiFi a bordo. A chefe de cabine entregou-nos um papel com o código do voucher escrito à mão, que dava acesso à Internet durante todo o voo e que funcionou bastante bem.
Depois do jantar, e por ser um voo noturno, aproveitámos para usar o nosso assento-cama. Não sei se foi pelo cansaço, mas dormimos tão bem que nem acordámos para o serviço de pequeno-almoço. As almofadas e o cobertor fornecidos eram de boa qualidade e contribuíram muito para a experiência.
Infelizmente, depois de uma noite de sono fantástico, surgiu um problema. Recebemos um e-mail da Ethiopian a informar da alteração do nosso voo de ligação para o dia seguinte. O voo Madrid – Addis Ababa teve uma duração superior à prevista, devido a restrições de tráfego aéreo, o que levou o voo ET741 a fazer um trajeto peculiar, subindo em direção a Paris antes de retomar a rota normal para Addis Ababa. Isso causou um atraso de 55 minutos, fazendo o avião aterrar às 8:20, invalidando assim a possibilidade de apanhar a ligação para Victoria Falls, marcada para as 8:30.

Ligação perdida em Addis Ababa e assistência em terra
Mal saímos do avião, informámos o staff que tínhamos uma ligação iminente para Victoria Falls e foi-nos confirmada a informação enviada por e-mail pela Ethiopian: já não seria possível apanhar a ligação, devendo dirigir-nos ao balcão de apoio ao cliente para receber assistência. Depois de uma viagem de autocarro do local de estacionamento do avião até ao terminal, dirigimo-nos imediatamente ao balcão de apoio ao cliente. A sinalização no aeroporto é suficiente e há bastante staff disponível para ajudar.

Chegados ao balcão de apoio ao cliente fomos atendidos quase de imediato – porque éramos dos primeiros passageiros a sair do avião – e fomos informados que o próximo voo para Victoria Falls seria no dia seguinte, à mesma hora, esperando-nos, portanto, uma escala de quase 24 horas em Addis Ababa. Recebemos novos cartões de embarque e um voucher para o hotel, que incluía também as refeições até ao voo.
Depois de questionarmos se o hotel atribuía bom WiFi – pois precisávamos de trabalhar – o funcionário que nos atendeu revalidou o nosso cartão de embarque e fez-nos um «upgrade», por sermos passageiros que viajávamos em executiva, e dirigimo-nos para o Skylight Hotel — o hotel da Ethiopian Airlines. Para tal, passámos pela imigração (que foi também bastante rápida) e fomos até ao balcão da Ethiopian na zona das chegadas, onde o voucher e os passaportes foram verificados e ficámos a aguardar pelo shuttle do hotel, um carro da companhia aérea.

O check-in no hotel foi bastante rápido, tendo-nos sido dadas todas as informações necessárias relativamente às refeições. O hotel é super moderno e muito limpo, com quartos impecáveis e confortáveis.

Embora o hotel tenha vários restaurantes, as refeições para os passageiros, no nosso caso, considerados de classe económica para efeitos da reserva, eram servidas no restaurante da cave de um dos edifícios do complexo do hotel.

O restaurante era em estilo buffet, oferecendo uma mistura de pratos tradicionais etíopes e comida internacional, como massas e caril. As refeições eram acompanhadas por água, sendo as restantes bebidas pagas à parte. Não ficámos impressionados, mas foi suficiente para não passarmos fome.

Na manhã seguinte, fizemos o check-out e apanhámos o shuttle na hora indicada pelo hotel, cerca de 2h45 antes do voo. Em 10 minutos estávamos no aeroporto.

Addis Ababa – Victoria Falls, Classe Económica
Hora prevista de partida: 08h30; Hora prevista de chegada: 12h10; Duração prevista de voo: 4h e 40 minutos, Boeing 787-9
Embarque em Addis Ababa:
Como nos tinham sido entregues os cartões de embarque no dia anterior e viajávamos apenas com bagagem de mão, não foi necessário passar pelos balcões de check-in. Fomos diretamente para o controlo de segurança, que demorou cerca de 10 minutos no total. Depois disso, dirigimo-nos diretamente à porta de embarque, neste caso a B5. Para aceder às portas B1 a B6, é necessário passar por uma primeira zona de controlo onde só podem entrar passageiros com bilhete para os voos que estão prestes a embarcar.

Percebo que assim se consiga manter uma zona de embarque menos caótica, mas acaba por ser bastante confuso e formar uma fila muito grande, uma vez que é feita uma verificação para os passageiros de seis voos diferentes que se acumulam ali. Apesar de o voo estar previsto para as 8:30, o embarque começou por volta das 8:00 e prolongou-se durante algum tempo devido à indisponibilidade momentânea de autocarros para transportar os passageiros até ao lugar de estacionamento do Boeing 787-9 que nos levaria a Victoria Falls. Quando iniciou, foi o mesmo procedimento de sempre, sendo chamados primeiro os passageiros com crianças pequenas e idosos, seguidos dos passageiros premium e, por último, os de classe económica.

Uma nota a ter em atenção para passageiros em trânsito: o Aeroporto de Addis Ababa é relativamente moderno e bem sinalizado, mas é bastante extenso e precisa de algum tempo para ser navegado. Caso tenhas escalas muito curtas, prepara-te para uma corridinha, caso a porta esteja localizada no extremo contrário do aeroporto.
Mas, voltando ao voo: por volta das 8:30 estávamos, finalmente, a entrar no avião.

Voo ET823:
Depois de embarcarmos, dirigimo-nos aos nossos lugares, no caso, o 35K e o 35L, onde já tínhamos uma almofada básica à espera, mas nenhuma manta – o que de certa forma é standard para um voo de menos de 5 horas.


Os assentos de classe económica são confortáveis e têm apoio de cabeça ajustável. O ângulo de reclinação é aceitável, mas não fantástico, tal como o espaço para as pernas. O aspeto geral da traseira dos assentos da frente poderia estar mais cuidado, mas estava tudo perfeitamente funcional.
O sistema de entretenimento a bordo é semelhante ao da classe executiva, apenas num ecrã bastante mais pequeno, mas cuja sensibilidade e qualidade de imagem eram perfeitamente aceitáveis. Cada sistema está equipado com uma porta USB-A, que permite carregar dispositivos móveis. Existe WiFi a bordo para os passageiros de classe económico mas todas as modalidades são pagas (5 USD por uma hora, 25USD para acesso durante todo o voo), o que deixa a desejar, dada a quantidade crescente de companhias aéreas que permite a utilização gratuita de apps de mensagens durante todo o voo.

O voo 823 da Ethiopian Airlines descolou do Aeroporto Internacional de Addis Ababa Bole às 8:50, 20 minutos depois da hora prevista de partida.
Após atingirmos a altitude de cruzeiro, o staff iniciou o primeiro serviço de bebidas, que incluiu um pequeno snack salgado. Os passageiros podiam escolher entre várias opções, como água, chá, café, sumos ou algumas bebidas alcoólicas.

Cerca de 1h30 após a descolagem, foi servido o almoço. Os passageiros podiam escolher entre frango ou carne de vaca, sendo que ambos optámos pelo frango (as outras opções teriam de ser escolhidas no momento do check-in). A refeição consistia numa porção relativamente generosa de frango guisado com arroz, salada de couscous, pão, manteiga, queijo, bolachas e uma sobremesa, além da bebida. Não foi a melhor refeição que já experimentámos em classe económica, mas também não foi a pior — era aceitável. Para um voo de menos de cinco horas, cumpriu bem.

O staff foi relativamente rápido a levantar os tabuleiros das refeições e foi profissional e simpático durante todo o voo. Não existiram quaisquer problemas de comunicação e o inglês era praticamente perfeito.
Após o almoço, o voo decorreu de forma normal, sem qualquer intercorrência.
O Boeing 787-9 da Ethiopian aterrou no Aeroporto de Victoria Falls às 11:57, 13 minutos antes da hora prevista de chegada.
Conclusão:
Embora se soubesse do interesse da Ethiopian em lançar voos para Portugal, não estava à espera de uma entrada tão rápida da Ethiopian no Aeroporto Francisco Sá Carneiro. Sabendo que esta rota só é possível por ser a continuação do voo de Madrid – dado o desconhecimento pelo público português, que parece que irá continuar, dada total ausência de investimento em marketing e publicidade pela própria companhia em território nacional – espera-se que esta situação se mantenha por algum tempo, visto que não existe procura suficiente para sustentar um voo exclusivo para o Porto.
Sei que esta é uma opinião discutível, mas para quem valoriza mais o destino do que o voo em si, a Ethiopian oferece ao viajante português – que, mesmo com orçamento limitado, quer conhecer o mundo – um produto tão ou mais interessante que uma Emirates ou Qatar Airways, especialmente no que toca a destinos em África. Estamos a falar de preços extremamente competitivos para locais exóticos e menos conhecidos (para os quais, muitas vezes, as companhias do Médio Oriente nem operam, como é o caso de Victoria Falls) em países como a Zâmbia, Zimbabué, Botsuana ou Madagáscar, mas também opções muito competitivas para destinos de classe mundial como o Quénia, Tanzânia ou Seychelles.
Um dos fatores que gera mais preocupação entre quem nos segue – e que nos é frequentemente relatado por mensagens – é o tema da segurança. Qualquer companhia que voe para destinos na União Europeia, Estados Unidos ou Brasil, como é o caso da companhia aérea de bandeira da Etiópia, tem de cumprir rigorosos procedimentos de acreditação e elevados padrões de segurança em todos os aspetos, desde a manutenção das aeronaves ao treino de pilotos e staff. Para além disto, a Ethiopian possui uma frota extremamente recente, incluindo um impressionante conjunto de Boeing 787 Dreamliner e Airbus A350 para os seus voos de longo curso.
Embora existam algumas falhas, a nossa experiência foi, no geral, bastante positiva, tanto em classe executiva como em classe económica. No caso da classe económica, embora só tenhamos experimentado num voo de menos de 5 horas, a verdade é que, pela nossa experiência em equipamentos semelhantes em voos de maior duração, nos pareceu perfeitamente adequada para voar o trajeto Porto – Addis Ababa e vice versa.
Voltávamos a voar com certeza, em ambas as classes.
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