• 2025-11-24 13:00:37
  • Bruno A.

17 dos melhores destinos de Carnaval do mundo 🎭🎉🎶

Porque nem todos os países ou regiões do globo celebram a data da mesma forma ou com a mesma intensidade, trazemos-te 17 dos melhores destinos de Carnaval do mundo.

Poucas celebrações trazem mais animação às ruas que o Carnaval. Uma festa excêntrica pautada por disfarces de todos os tipos, muita música e dança, paradas e inúmeros eventos e concursos (com muitos excessos à mistura), a data global atrai multidões de todo o mundo aos locais que melhor a festejam. Originalmente uma celebração pagã de proporções épicas para marcar o final do Inverno, a sobriedade Cristã lá tentou de alguma forma associar a data à igreja – sem grande sucesso, volvidos 2000 anos.

Hoje, e independentemente da latitude onde te encontres, festejar o Carnaval é sair à rua e seguir as multidões, os bombos e o ritmo da cidade, com a consciência de que provavelmente chegarás a casa arreado da noite mais animada do ano. Um pequeno preço físico a pagar pelo gosto de libertar o espírito e desfrutar da farra! Posto isto, nem todos os países ou regiões do globo celebram o Carnaval da mesma forma ou com a mesma intensidade, pelo que tomámos a liberdade de te trazer 10 dos melhores destinos de Carnaval do mundo. Afinal, ainda vais bem a tempo de planear o próximo!

Onde passar o Carnaval – Países e cidades com o Carnaval mais animado

Rio de Janeiro, Brasil

Sem surpresa, tínhamos que dar início às festividades com o lendário Carnaval do Rio, a maior, mais famosa e mais animada de todas as festas de Carnaval do mundo! De Sexta-Feira até à Quarta-Feira de cinzas, e embora as preparações comecem muito antes, toda a cidade de quase 7 milhões de habitantes pura e simplesmente paralisa para assistir às celebrações, que atingem uma escala sem paralelo no resto do mundo. Ruas fechadas, trânsito cortado e um mar de gente que faz de qualquer canto e esquina uma zona de festa em regime de 24/7.

Naturalmente, o epicentro da festa tem lugar no Sambódromo, onde inúmeras escolas de samba organizam os seus desfiles e competem pelo título de campeão do Carnaval, naquela que é uma das grandes imagens de marca do Rio de Janeiro. Se quiseres assistir a um dos desfiles, deves comprar os teus bilhetes antecipadamente e nas plataformas oficiais, como a Rio Carnival, a Ticketmaster ou a LIESA. Naturalmente, os preços variam consoante o tipo de lugar, com os ingressos mais baratos para as arquibancadas a custarem em torno de €20,00.

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Montevideu, Uruguai

Apesar de ser infinitamente menos conhecido que o do seu vizinho nortenho, a verdade é que o Uruguai é também uma nação com uma tradição gigantesca no que toca ao Carnaval. Isto é particularmente relevante no que toca à capital de Montevideu, que tem a honra de celebrar aquela que é considerada a festa de Carnaval mais longa do mundo, já que o evento tem início ainda em Janeiro e prolonga-se até meados de Março.

No total, são mais de 50 dias de festas, paradas, marchas e muita, muita animação, que vai tendo diferentes focos um pouco por toda a cidade. De resto, as festividades têm raízes muito ligadas às comunidades de escravos oriundas de África, num legado que ainda hoje é respeitado através das marchas de candombe, nas quais milhares de tambores e outros instrumentos de percussão agitam as ruas e avenidas de Montevideu. É uma festa animada, colorida, e, acima de tudo, fácil de apanhar pela sua extensão, fazendo deste um excelente destino de Carnaval para quem não tenha grande flexibilidade de datas.

Salvador, Brasil

Não podíamos ficar por mencionar apenas um carnaval brasileiro. Comparado com o do Rio, o carnaval de Salvador tem uma raiz mais popular.

Uma das características do carnaval da Baía são os trios elétricos, camiões com instalação sonora que levam a música e a dança ao longo da cidade. O primeiro trio elétrico foi um humilde carro com uma guitarra ligada à bateria, invenção de Dodô e Osmar, uma dupla local. Hoje, os trios elétricos chegam a ter uma potência de 200.000 watts.

No topo destes trios tocam alguns dos mais conhecidos artistas do axê – uma junção de vários géneros musicais, do reggae aos ritmos do candomblé – é a música mais tocada. Como cantava Caetano Veloso, “atrás do trio elétrico só não vai quem já morreu”.

Entretanto, Dodô e Osmar ainda hoje dão o nome a dois dos três circuitos por onde descem os blocos de carnaval de Salvador. No terceiro, o circuito Batatinha, os foliões vão encontrar um carnaval mais tradicional, com bailes de máscaras e expressões da cultura afro-brasileira locais como os blocos de afoxés.

Veneza, Itália

Dando agora um saltinho até ao Velho Continente, o Carnaval de Veneza é o mais famoso de toda a Europa. Sim, é uma festa cara, turística, e, até certo ponto, bastante elitista, mas gera também algumas das imagens mais icónicas de qualquer Carnaval do mundo, com participantes a usar as tradicionais máscaras e disfarces exuberantes Venezianos e a pousarem delicadamente junto aos canais e edifícios clássicos de uma das cidades mais bonitas e peculiares do planeta.

Durante as 2 semanas anteriores à Terça-Feira Gorda, são organizadas inúmeras festas e bailes de gala um pouco por toda a cidade, com alguns dos eventos a contarem com convidados bastante ilustres do mundo da moda, entretimento, desporto ou política. Se não conseguires lugar numa destas galas, podes simplesmente comprar uma máscara tradicional e apreciar as festividades públicas, com as multidões a juntarem-se na Praça de São Marcos e com marchas e paradas que, ao invés das ruas, invadem os canais da cidade.

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Nova Orleães, EUA

Voltando à América, mas desta feita a do Norte, Nova Orleães destaca-se como a cidade com o Carnaval mais pomposo e conhecido de todos os EUA. De resto, o hábito de celebrar a data com tanta veemência vem ainda dos tempos da colonização francesa, quando o Louisiana pertencia ainda ao império gaulês. Mais de 200 anos volvidos e a tradição ainda é o que era, já que a festa continua a ser conhecida pela designação francesa de “Mardi Gras.

Com início ainda em Janeiro, as festividades surgem em ritmo de crescendo até à culminação em plena Terça-Feira Gorda, quando a cidade se pinta de roxo, dourado e verde – as cores do Mardi Gras – e as ruas se enchem de marchas e paradas com carros alegóricos para todos os gostos. Manda ainda a tradição que desses carros sejam lançados colares de missangas coloridos, razão pela qual quase toda a gente acaba a noite com incontáveis exemplares à volta dos braços e pescoço. Uma farra das grandes, surpreendentemente bem-recebida por um país com uma tradição protestante e evangélica tão fortes.

Olinda e Recife, Brasil

O Carnaval de Olinda e Recife é uma explosão de cor e ritmo nas ruas do Nordeste brasileiro, onde o frevo e o maracatu dominam o ambiente, arrastando multidões para blocos gratuitos que animam ladeiras e avenidas históricas. Aqui, o desfile é democrático e acessível a qualquer pessoa pronta para se juntar à festa.

Os icónicos bonecos gigantes de Olinda, verdadeiras obras de arte em movimento, cruzam as ruas como símbolo incontornável da cidade, enquanto o Galo da Madrugada, em Recife, se afirma ano após ano como o maior bloco carnavalesco do planeta, reunindo milhões de foliões. Com uma energia inesgotável, é um carnaval de rua onde tradição popular, diversidade e irreverência se misturam sem restrição. Se queres sentir o Carnaval na sua essência mais autêntica e vibrante, Olinda e Recife são escolhas imperdíveis.​

Ouro Preto, Brasil

No coração de Minas Gerais, Ouro Preto transforma-se em refúgio de foliões universitários durante o Carnaval, e as ruas em pedra ganham vida com festas organizadas pelas repúblicas estudantis locais. Mais despreocupado e alternativo, é um carnaval marcado pela juventude, criatividade e animação sem limites, onde cada república procura superar-se na originalidade das celebrações.

Dança, música, brincadeiras e convívio atravessam madrugadas, com a cidade envolvida numa atmosfera contagiante que funde cultura, património histórico e animação universitária. Se procuras um ambiente mais alternativo entre edifícios centenários e espírito estudantil, Ouro Preto oferece um Carnaval original e memorável.

Colónia, Alemanha

Apesar de o carnaval ser bastante popular em todos os países de língua alemã, dentro destes é em Colónia que a festa é celebrada com mais pujança.

O carnaval de Colónia – ou Kölner Karneval – vai da quinta-feira gorda à quarta-feira de cinzas, sendo o ponto máximo das festividades a Rosenmontag, ou segunda-feira de rosas. Durante estes dias, a cidade transforma-se numa grande e amigável festa, onde locais e turistas confraternizam com o mesmo à vontade.

O desfile principal é organizado por um comité criado em 1823. À cabeça vai um triunvirato constituído pelo príncipe cujo titulo oficial é “Seine Tollität”, ou Sua Alteza Louca, a figura mais importante do Carnaval local, e também por uma donzela, tradicionalmente interpretada por um homem, e um camponês.

A tradição manda também que se atirem doces dos carros alegóricos, conhecidos como Kamelle, e é por isso que a primeira fila do desfile é sempre reservada às crianças.

Mas para além deste desfile existem inúmeras festas independentes, desde bailes de gala a festas de rua. O carnaval de Colónia tem até o seu estilo próprio de música, com várias bandas que se dedicam exclusivamente a este género.

Trinidad & Tobago

Se o Rio tem o samba, a nação caribenha de Trinidad & Tobago tem o calypso, o estilo musical cuja sonoridade orienta toda a celebração de Carnaval. De resto, e à semelhança de Nova Orleães, o hábito de celebrar a ocasião data também da colonização francesa, embora os escravos negros estivessem impedidos de participar. Em resultado, essa comunidade organizava as suas próprias festas privadas, nas quais criavam os seus próprios ritmos e se mascaravam de forma jocosa dos seus mestres.

Agora, a tradição dos escravos suplantou a dos esclavagistas, e Trinidad & Tobago deve a popularidade do seu Carnaval a essas comunidades outrora marginalizadas! Espalhadas ao longo de 2 dias (Segunda a Terça), as festividades locais incluem muita música, dança e indumentárias elaboradas, mas são sobretudo conhecidas pelo J’Ouvert, uma espécie de encontro no qual os participantes se pintam uns aos outros com lama e tinta. Bom, isso e rum… não pode faltar o rum!

Patras, Grécia

Embora não seja provavelmente o primeiro sítio que te vem à cabeça quando pensas no Carnaval, a verdade é que a celebração da data tem raízes Gregas – mais precisamente da cidade portuária de Patras, situada no norte da Península do Peloponeso. Até aos dias de hoje, Patras continua a receber o maior Carnaval da nação Helénica, localmente conhecido por Apokries.

À semelhança de outras da lista, as festividades começam muito antes, crescendo em ritmo e intensidade com o aproximar do Carnaval. Nesse período, podes contar com vários bailes, paradas, fogo de artifício e espectáculos ao vivo, culminando a festa com a queimada do carro alegórico que personifica o “Rei do Carnaval”, e que marca o fim da temporada. Para além disso, esta é a melhor opção para quem tenha filhos e queira celebrar um Carnaval mais apropriado para os mais novos, já que o programa inclui concursos e marchas específicas para os mais pequenos, caças ao tesouro e outras actividades infantojuvenis.

Oruro, Bolívia

Um destino incomum onde o Carnaval é considerado pela UNESCO como Património Cultural Imaterial da Humanidade, Oruro é uma modesta cidade mineira situada em pleno plateau dos Andes, a mais de 200 km da capital boliviana de La Paz. Uma gigantesca celebração em honra da santa padroeira dos mineiros, o Carnaval de Oruro é uma questão cultural, religiosa e social, e que tem ainda o condão de misturar elementos católicos, trazidos pelos colonizadores espanhóis, e indígenas, ainda hoje respeitados pelos nativos.

O resultado final é uma colorida e vibrante celebração de 10 dias que atrai todos os anos quase meio milhão de forasteiros, e cujo ponto alto é a peregrinação lenta de 4 km que demora quase 20 horas a percorrer. Ao longo do percurso, podes assistir a danças, concertos improvisados, peças de teatro itinerantes – com destaque para La Diablada – e lutas de balões de água e de pistolas de espuma.

Sydney, Austrália

Uma celebração orientada para a comunidade LGBT, Sydney organiza anualmente o maior evento de orgulho gay (Pride) do mundo, contabilizando uma participação superior a meio milhão de pessoas. Essa ocasião, designada de Sydney Gay and Lesbian Mardi Gras, foi criada por activistas no já longínquo ano de 1978 e coincide com a época de Carnaval. No entanto, e de forma a não bater directamente com o feriado religioso, a parada principal decorre no primeiro sábado de Março, com várias das artérias principais da maior cidade Australiana fechadas ao trânsito para o efeito.

Seja como for, e até pelo nome, fica impossível dissociar o evento das festividades carnavalescas. Ao visitares Sydney nesta altura, podes então esperar um conjunto de actividades que mistura a tradição da quadra – como marchas, disfarces e carros alegóricos – com um programa mais orientada para a comunidade, e que inclui painéis de debate, festas temáticas, exposições de arte e cinema e concursos de drag na famosa Bondi Beach.

Santa Cruz de Tenerife, Espanha

Capital da maior ilha do reputado arquipélago das Canárias, Santa Cruz de Tenerife puxa a brasa à sua sardinha e promove as suas festividades clamando que o Carnaval local é o segundo maior e mais importante do mundo, logo depois do Rio de Janeiro. Verdade ou mentira, o que é certo é que a dinâmica procura ser semelhante, com as celebrações a terem início na Sexta-Feira anterior ao Carnaval e prolongando-se até à Quarta-Feira de cinzas.

Também aqui, as festas populares improvisadas funcionam em regime non-stop, intercalando na perfeição com os programas oficiais que incluem concursos de disfarces (Gala Reina), paradas (Cabalgata Anunciadora), shows ao vivo, desfiles de grupos conhecidos e até eventos de música tecno! No dia seguinte à Terça-Feira Gorda, é feito o Enterro da Sardinha, uma cerimónia fúnebre satírica que marca o fim do Carnaval… pelo menos até ao fim-de-semana seguinte, onde é celebrado o Sábado e Domingo de Piñata – uma espécie de “after” do Carnaval, com mais espectáculos de música ao vivo e fogo de artifício!

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Barranquilla, Colômbia

Finalmente, damos por terminada a lista de melhores destinos de Carnaval do mundo com um regresso à calorosa América Latina – desta feita com uma viagem à cidade Colombiana de Barranquilla, terra da Shakira! Para além de ser o berço deste ícone internacional da música, Barranquilla orgulha-se ainda de organizar um dos maiores e mais diversos Carnavais do planeta, também ele protegido pela UNESCO enquanto Património Imaterial pela presença eclética de elementos latinos, indígenas e africanos.

As festividades têm início com a emblemática Batalha das Flores, que tem lugar no Sábado anterior. A “batalha” é na verdade uma gigantesca e detalhada marcha com carros alegóricos, grupos folclóricos e escolas de dança, sendo comummente vista como o ponto alto de todo o programa de Carnaval. Após a marcha, seguem-se vários dias de música e dança constantes nas muitas paradas da cidade, até ao funeral simbólico do Joselito Carnaval, personagem fictícia que simboliza o evento e que ressuscitará dos mortos apenas no ano seguinte.

Londres, Reino Unido

O defeito do carnaval na Europa é que muitas vezes acontece quando o tempo ainda é de chuva e frio, deixando todos com inveja dos carnavais da América do Sul. Mas em Notting Hill, Londres, a questão foi resolvida com ao passar o carnaval para agosto.

Na verdade este é um carnaval caribenho, onde em vários países a festa já é assinalada em agosto. A primeira edição, em 1959, foi, em parte, uma resposta da comunidade das Caraíbas aos ataques com motivação racial que sofreram durante esse ano.

Neste carnaval escuta-se principalmente o calipso, um género musical de Trinidad que em muito influenciou o ska e o reggae. Os trajes usados na parada devem também muito à cultura das Caraíbas, mas já com uma forte influência do carnaval do Rio de Janeiro.

Fora da parada principal há performances e há muita comida, incluindo as especialidades da comunidade caribenha, do roti ao jerk chicken,

Binche, Bélgica

A sul de Bruxelas, a cidade de Binche deve a sua fama em grande parte ao carnaval local, que se preserva desde a época medieval.

As festas começam no domingo que precede a quarta-feira de cinzas, com a saída à rua das Mam’selles, homens vestidos em exuberantes vestidos femininos.

Mas é na terça-feira gorda que se revelam as personagens principais do carnaval de Binche, os Gilles. Em coloridos fatos, máscaras de cera e chapéus enfeitados de penas de avestruz, os Gilles desfilam pela cidade a atirar laranjas a quem assiste à parada.

No encalço dos Gilles seguem outras personagens como arlequins, camponeses e papagaios. A festa termina com os Gilles a dançar a luz do fogo de artificio. Ser um Gille é uma grande honra para os homens locais, que acabam por gastar somas consideráveis nos seus fatos.

E claro, não podíamos esquecer os carnavais de Portugal

Careto

Não podíamos deixar de mencionar Portugal, mas também não podíamos escolher um carnaval em particular, para que ninguém se sinta excluído.

Começamos por mencionar o de Torres Vedras, que os locais gostam de chamar o mais português de Portugal. Matrafonas, cabeçudos e Zés-pereiras juntam-se ao cortejo pelas ruas da cidade.

Se o de Torres Vedras é o mais português, talvez se possa de dizer que o de Ovar é o mais brasileiro. Desde 1989 que o concelho conta com seis escolas de samba. Em 2019, este carnaval atraia já 100.000 visitantes. Também em Sesimbra e Estarreja se nota a forte influência brasileira.

Há ainda as tradições das pequenas aldeias, onde as coisas ficam realmente peculiares. Em Podence, Macedo de Cavaleiros, saem à rua os caretos, com as suas máscaras diabólicas a correr atrás das raparigas. Menos coloridos e conhecidos são os caretos de Lazarim, Viseu. A complexidade das máscaras é o que atrai visitantes a esta pequena aldeia de 500 habitantes durante o carnaval.

Na Madeira, pensa-se que o carnaval tenha origem nas plantações de cana-de-açúcar no século XVI. E isso explica em parte porque é que este carnaval tem um doce tradicional – as malassadas.

E para não deixar os Açores de fora, fechamos com os bailinhos da ilha Terceira. Dança, teatro popular e sátira sobem aos muitos palcos que se espalham pela ilha por ocasião do Entrudo.

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