10 dos melhores parques urbanos do mundo 🌳🌺

  • 11.10.2023 13:00
  • Paulo

Mesmo as maiores cidades escondem dentro de si belas áreas naturais. Fica a conhecer uma dezena dos mais belos e interessantes parques urbanos do mundo.

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Uma grande cidade não fica completa sem um belo parque – ou pelo menos essa é a humilde opinião deste editor.

Principalmente para o turista cansado, que precisa de uma paragem para merendar e descansar, um bom parque pode ser um oásis, um pouco de natureza no meio do caos citadino.

Mas é também uma oportunidade para ver como é que a população local passa os tempos livres – por entre piqueniques ou churrascos, jogos e concertos mais ou menos improvisados.

Fica a conhecer a nossa lista de parques urbanos que são, por sim, uma atração!

Jardins do Luxemburgo, Paris

Bem perto de Notre Dame e do Panthéon, os jardins do Luxemburgo obedecem ao estilo francês – e sim, esta é mesmo uma designação que se dá aos jardins desenhados de forma geométrica, em que as árvores, arbustos e flores são cuidadosamente organizadas e podadas de forma a manter a simetria.

O palácio que encabeça o jardim, e dá pelo mesmo nome, faz lembrar uma pequena Versalhes bem no centro de Paris. A construção deste jardim remonta ao século XVII, pelas mãos de Maria de Médici, à imagem do que rainha consorte tinha conhecido na sua infância em Florença.

Com mais de cem estátuas, o jardim é um quem-é-quem da antiga nobreza francesa. Do tempo de Maria de Médici, ficou a fonte com o nome da sua família. Ao longos tempos foram-se juntando o teatro de marionetas, os campos de ténis e o roseiral.

Englischer Garten, Munique

E se existem os jardins e parques à francesa tinham de existir os parques à inglesa. Estes são parques rejeitam a simetria em prol de imitar a natureza, deixando que a vegetação cresça da forma como melhor entende. E era justamente isso que Carlos Teodoro, príncipe da Baviera, pretendia para este novo espaço de lazer.

Mas Carlos Teodoro não era muito popular, e o mesmo podia ser dito do parque durante os seus primeiros anos. Pelo contrário, hoje em dia é dos espaços mais procurados na cidade de Munique – principalmente entre os surfistas locais.

Sim, surfistas! Munique está bem afastada do mar, mas, logo à entrada do Englischer Garten, o rio Eisbach cria uma onda perfeita que atrai surfistas há mais de 40 anos, incluído até o Garret McNamara.

O parque conta ainda com dois pontos altos bem distintos em termos de estilos. A torre chinesa, uma torre de madeira à sombra da qual podes beber uma cerveja ao melhor estilo bávaro, e o Monópteros, a imitar os templos da Grécia antiga, de onde podes aproveitar a vista sobre o parque.

Central Park, Nova Iorque

Poucos parque são tão simbólicos da sua cidade como o Central Park. Numa zona tão densa como Manhattan, este parque ocupa 340 hectares, estimando-se que, ao longo de um ano, receba 42 milhões de visitas.

Quando foi construído, em meados do século XIX, Nova Iorque expandia-se rapidamente e, escasseando os espaços verdes, os habitantes acabavam por usar os cemitérios com local de convívio.

Prevendo-se que a cidade se ia continuar a expandir, um grande retângulo no centro da malha quadrangular da cidade foi reservado para o parque. Aqui existiam várias pequenas vilas que foram expropriadas à força, incluindo Seneca, a primeira comunidade livre de afro-americanos na cidade.

Hoje o parque é um local de encontro para a cidade. Aqui existe um pouco de tudo, desde campos de basebol até carrosséis, vários lagos, zonas de vegetação densa e relvados para estender a toalha. Não chega uma hora para percorrer o parque de norte a sul, no que equivale a 51 quarteirões da cidade.

Shinjuku Gyoen, Tóquio

Entre o fim de Março e o começo de Abril, turistas e locais acorrem a este parque para ver as mais de 400 cerejeiras em flor com as suas pétalas rosa. Shinjuku Gyoen é notório por ter árvores que despontam mais cedo e mais tarde do que o normal, estendendo por isso este período de florescimento, que parece sempre demasiado efémero.

No outono, são os áceres que ganham o protagonismo, principalmente na zona oriental do parque, conhecida como Momijiyama – ou montanha dos áceres. Mas a beleza deste parque, originalmente criado para ser jardim de um lorde feudal, não se esgota nas estações intermédias.

Aqui vais encontrar uma estufa com plantas tropicais, um jardim ao estilo francês e várias casas de chá. E não podiam faltar os pequenos lagos e ilhas ligadas por pontes de madeira, ao bom estilo japonês.

Phoenix Park, Dublin

O Phoenix Park, em Dublin, é tão vasto que tem até lugar para o Áras an Uachtaráin, a residência oficial do presidente da Irlanda. Mas os verdadeiros donos deste parque são os veados que aí pastam, a meros dois quilómetros do centro da cidade!

Uma boa área para avistar os veados é perto da Cruz Papal e da residência do embaixador dos Estados Unidos – forte concorrência ao Zoo de Dublin, que também se encontra dentro do parque.

Com mais de 700 hectares, o Phoneix Park é considerado o maior parque urbano da Europa. Por isso, para percorrer os quatro quilómetros da Chesterfield Avenue talvez seja uma boa ideia alugar uma bicicleta.

Bosque de Chapultepec, Cidade do México

Era possível passar vários dias a explorar este parque e tudo que existe no seu interior. Começando pelos museus, aqui encontram-se o Museu Nacional de História, o Museu de Arte Moderna, o Museu de Antropologia e o Museu Rufino Tamayo de Arte Contemporânea.

Para além disso há ainda os Jardins Botânicos, o Jardim Zoológico, dezenas de monumentos a heróis da história mexicana e até ruínas do tempo dos Aztecas.

Apesar de ser considerado o pulmão da cidade do México, nem sempre o Bosque de Chapultepec esteve nas melhores condições. Mas obras de manutenção têm permitido que muitas espécies de animas regressem ao parque, incluído aves migratórias que por aqui voltaram a passar.

Golden Gate Park, São Francisco

Tal como o Central Park, o Golden Gate Park também ocupa um grande retângulo no meio da urbe desenhada a régua e esquadro. Mas aqui o parque estende-se até à praia.

Os moradores mais inesperados deste parque são uma manada de bisontes que pastam no lado ocidental. E aí se encontram desde 1892, quando a espécie estava a ser caçada quase até à extinção no resto do continente.

Outro marco famoso do parque é o jardim de chá japonês, o mais antigo do seu tipo nos Estados Unidos, repleto de caminhos de pedra, estátuas e fontes inspiradas nas crenças budistas e sintoístas.

Holyrood Park, Edimburgo

Esta entrada é para quem gosta de escalar. O Holyrood Park oferece uma vista fantástica da cidade para quem se dispõe a subir os 251 metros de altura do Arthur’s Seat, o ponto mais alto deste parque-colina.

Na verdade, o Arthur’s Seat é o cume de um vulcão extinto. Na sua encosta existem três lagos que suportam o habitat de várias aves selvagens, bem como as ruínas da capela de Saint Anthony, de origens obscuras.

Tudo isto a apenas 10 minutos a pé da Royal Mile, a área central de Edimburgo, criando um forte contraste entre a cidade e a montanha.

Parque Ibirapuera, São Paulo

Um parque bem conhecido dos paulistas, o Ibirapuera foi inaugurado em 1954 para dar um espaço verde à cidade e para comemorar os 400 anos da cidade.

Oscar Niemeyer, o arquiteto que desenhou a capital Brasília, também colaborou na construção do Ibirapuera, tendo desenhado vários edifícios que hoje albergam espaços culturais como o museu de arte moderna ou o museu Afro Brasil.

A dividir a parte cultural da parte de veraneio há um lago artificial que alberga uma grande quantidade de aves, entre patos, gansos e cisnes.

El Retiro, Madrid

Para fechar, um parque aqui bem perto. O El Retiro, em Madrid, começou por ser o novo palácio de Filipe IV, terceiro de Portugal. Desde então, foi sendo adaptado aos gostos do tempo, acumulando-se as estátuas, fontes e pequenos jardins.

Em 1887, já na era do ferro e vidro, construiu-se o Palácio de Cristal que, ao contrário do que existiu na cidade do Porto, ainda se aguenta no centro do parque.

O parque está também repleto de “caprichos”, enfeites paisagísticos que obedecem a um tema especifico. Estes incluem a Casita del Pescador, uma pequena cabana de terracota no centro de um lago, ou a fonte egípcia, decorada com esfinges.

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