Guia de viagem da Sicília – O que fazer em 7 dias 🇮🇹

  • 27.03.2023 22:00
  • Bruno A.

Guia de viagem da Sicília com todas as informações relativas a hotéis, restaurantes, transportes, segurança e muito mais. Inclui também um roteiro completo de 1 semana com tudo o que fazer e visitar na Sicília em 7 dias.

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Terra de vulcões activos, praias paradisíacas e espectaculares vestígios arqueológicos (não sou eu que o digo, mas sim a UNESCO), a inebriante ilha da Sicília é o destino perfeito para quem deseja incluir o melhor de dois mundos na sua próxima escapadinha. Sim, é o local ideal para relaxar e apanhar os proverbiais banhos de sol, mas é ao mesmo tempo um sítio com uma movida cultural e histórica bastante intensa, exacerbada por alguma da melhor comida que irás encontrar em toda a Itália.

Na realidade, a Sicília é o estereótipo quase perfeito do sul de Itália. Tranquila, mas aguerrida. Orgulhosa, mas sem nunca se levar muito a sério. Longe do espalhafato e snobismo do norte de Itália (haverá poucos países com dois lados tão diferentes), a Sicília é uma paragem obrigatória para quem deseja conhecer um lado diferente da famosíssima nação transalpina.

Posto isto, se estás de partida para esta bela ilha italiana, o nosso guia de viagem da Sicília é ideal para ti! Para além das informações habituais sobre hotéis, restaurantes e transportes públicos, incluímos ainda um roteiro completo com tudo o que deves fazer na Sicília em 7 dias (ou 1 semana).

Guia de Viagem da Sicília

Como chegar à Sicília – Voos desde Portugal

Face à sua dimensão e popularidade, não surpreende que a Sicília seja servida por 4 aeroportos internacionais:  Palermo, Catania–Fontanarossa, Trapani e Comiso.

No entanto, e para quem viaje a partir de Portugal, é apenas possível voar directamente para a Sicília desde o Porto, com a Easyjet e a Ryanair a ligarem a cidade aos aeroportos de Palermo e Trapani, respectivamente.

Para quem venha de outros pontos do país e não tenha disponibilidade para se deslocar à Invicta para o voo directo, poderá optar por fazer escalas independentes com várias companhias low-cost em muitas outras cidades europeias.

Melhor altura para visitar a Sicília

Sendo este um destino de praia e calor, é apenas natural que a maioria das pessoas se desloque à Sicília no do Verão… motivo pelo qual não deverás fazer o mesmo! Especialmente entre a segunda metade de Julho e o final da primeira de Setembro, a ilha tende a ser extremamente popular, o que apenas irá piorar após o estrondoso sucesso da segunda temporada de White Lotus, filmada precisamente por estas bandas. Para além disso, as temperaturas na Sicília podem ser excessivamente quentes nestas alturas, tornando toda a experiência substancialmente menos agradável.

Assim sendo, recomendamos que agendes a tua visita entre os meses de Maio-Julho, ou logo a seguir à enchente de Verão, entre o final de Setembro e meados de Outubro. Continuarás a ter excelentes hipóteses de apanhar bom tempo e poder ir a banhos, sem que a tua experiência seja demasiado afectada pelas multidões, pelos preços menos simpáticos praticados pela maioria dos alojamentos ou pelo calor em excesso.

Por outro lado, se não tens qualquer interesse em fazer praia e queres apenas visitar a Sicília pela sua vertente cultural, então até o próprio Inverno pode ser uma excelente opção. As mínimas continuarão a ser relativamente amenas, os preços bastante mais em conta e a probabilidade de teres os principais locais turísticos quase todos só para ti é bastante elevada.

Documentos necessários para visitar a Sicília

Uma vez que continuarás dentro da União Europeia, não te é exigida a apresentação de passaporte para poderes viajar, bastando apenas que estejas na posse de cartão de cidadão válido.

Descobre mais: Vais viajar e tens o Passaporte ou Cartão de Cidadão caducado ou perdido? Vê aqui o que podes fazer

Cartão SIM na Sicília – Roaming em viagem

Estando o país vinculado às regras de roaming da UE, não te será cobrada qualquer taxa de roaming durante a tua visita a Itália.

Assim sendo, poderás simplesmente utilizar o teu cartão (quase) como se estivesses em Portugal (os dados das apps que as operadoras portuguesas contam num plafond separado, passam a contar para o teu plafond principal de dados. Isto significa que se tiveres 5GB de dados + 15GB para apps, enquanto estiveres na Sicília esses dados vão ser retirados aos 5GB e não aos 15GB).

Dinheiro na Sicília – Taxas bancárias e orçamento de viagem

Uma vez que Itália faz parte da Zona Euro, o conjunto de países onde é utilizada a moeda única, poderás utilizar o teu cartão de crédito/débito português para fazer levantamentos e pagamentos no destino sem que te seja cobrada qualquer taxa de conversão.

Assim sendo, terás apenas que ter em atenção potenciais taxas cobradas pelo banco emissor da própria caixa automática onde fizeres o levantamento. Contudo, e sempre que haja lugar ao pagamento de qualquer comissão deste tipo, essa informação é descortinada antes de confirmares o levantamento, o que significa que podes sempre cancelá-lo e procurar outra caixa. Tem especial atenção às caixas da Euronet, que cobram uma comissão fixa por levantamento com cartão estrangeiro.

Por outro lado, se precisas de ajuda a manter o orçamento de viagem sob controlo, recomendamos neste guia de viagem da Sicília a utilização do cartão Revolut. Ainda que neste país não possas usufruir da principal vantagem deste produto – levantamentos em moeda estrangeira sem taxas de conversão – continua ainda assim a ser uma ferramenta útil.

Através da aplicação do banco online, terás acesso imediato a todos os gastos e ao saldo da tua conta, monitorizando assim os teus gastos diários. Para além disso, poderás carregar o cartão apenas com o valor que esperas gastar (por dia ou na viagem), evitando assim que gastes mais do que aquilo que esperavas e limitando também o valor que podes perder em caso de roubo ou fraude.

Descobre mais: Dicas para viajantes: Tudo que precisas de saber sobre o Cartão Revolut

Segurança na Sicília – esquemas e burlas mais comuns

Apesar da sua má-fama e da eterna associação à máfia, podemos desde já adiantar que a Sicília é um destino bastante seguro para turistas. Sim, a “Cosa Nostra” continua a operar e, muito à conta disso, a ilha tem um sério problema de corrupção, mas a verdade é que isso não terá qualquer efeito na tua experiência enquanto visitante. Bastará manteres as mesmas cautelas que terias em qualquer outra cidade.

Cuidado com os veículos sem taxímetro, nada de mostrar os teus pertences ou carteira de forma espampanante em zonas movimentadas (especialmente em Catania e Palermo) e nunca aceites ajudas de ninguém quando estiveres a utilizar o multibanco. Fora isso, tem especial cuidado com os menus dos cafés/restaurantes. Embora estes casos sejam raros, existem vários relatos online de clientes que fizeram os seus pedidos com base nas sugestões do empregado e sem consultar o menu, acabando com uma desagradável surpresa ao ver a conta.

Posto isto, terás apenas que utilizar o senso-comum e verás que a tua aventura chegará ao fim sem qualquer problema.

Onde dormir na Sicília – Hotéis e Alojamentos

Ao contrário do que acontece em muitas outras localidades italianas altamente dependentes do turismo para sobreviver, continua a ser possível encontrar bons negócios no que toca a hotéis e alojamentos na Sicília. Aliás, arrisco até dizer que, entre os destinos mais populares de Itália, a Sicília estará entre os mais económicos. No entanto, é importante ter em consideração que a maioria do turismo na ilha é extremamente sazonal, pelo que visitar a Sicília no pico do Verão poderá não ser particularmente em conta.

Posto isto, deixamos abaixo algumas opções de alojamento interessantes para cada uma das principais localidades da ilha, tendo por base os sítios por onde passarás no nosso roteiro de 1 semana pela Sicília:

Hotéis em Palermo

Hotéis em Catania

Hotéis em Trapani

Nota: Se usares os links acima para fazer as reservas do teu alojamento, estás-nos a dar uma ajuda preciosa sem pagar mais por isso 🙂

Transporte entre os aeroportos da Sicília e os centros urbanos

Do Aeroporto Falcone Borsellino ao centro de Palermo

A forma mais fácil de viajares entre o Aeroporto de Palermo e o centro da cidade passa por utilizares o comboio local, que parte da estação situada no piso -1 aeroporto. Estes veículos, propriedade da companhia local Trinacria Express, estão disponíveis entre as 05h00 e as 22h00, partindo com uma frequência que varia entre os 15 e os 30 minutos. A viagem até à Estação Central tem a duração de 50 minutos e os bilhetes custam 6,50€, podendo ser adquiridos nas máquinas automáticas ou no website da Trenitalia.

Por outro lado, podes também optar por apanhar um dos autocarros da Prestia e Comandè, que ligam exactamente os mesmos pontos. Estes autocarros estão em funcionamento entre as 04h00 e as 00h30, partindo do aeroporto a cada 30 minutos. A duração da viagem é também de cerca de 50 minutos, sendo que podes comprar o teu bilhete após aterrares por 6,30€. Se completares a compra online, podes usufruir de um desconto e adquirir a viagem ida-e-volta por 10€.

Em alternativa, se aterrares em Palermo fora do horário de operação do comboio ou autocarro, ficarás dependente de um serviço de táxi (40€-60€) ou transfer privado.

Do Aeroporto Trapani–Birgi ao centro de Trapani

A única forma de viajar de transporte público desde o Aeroporto de Trapani até ao centro da cidade com o mesmo nome é através da utilização do autocarro da companhia local AST. A paragem fica situada junto à saída do terminal de chegadas. Estes veículos partem de hora em hora, entre as 06h00 e as 22h00, com a duração total da viagem a rondar os 45 minutos. O preço do bilhete é de 4,90€.

Para algo mais confortável, podes sempre recorrer a um serviço de táxi, sendo que a tarifa-base deverá começar nos 25€-30€.

Do Aeroporto Catania–Fontanarossa ao centro de Catania

Embora exista também serviço ferroviário, a forma mais popular de chegar ao centro da cidade é oferecida pelos vários autocarros Alibus, que ligam o aeroporto à Estação Central de Catania (parando pelo caminho junto ao centro). Estes veículos partem com uma cadência de 20 a 30 minutos, operando entre as 05h00 e a meia-noite. A paragem do aeroporto fica imediatamente à saída do terminal de chegadas e o valor do bilhete é de 4€. A viagem terá a duração de 25 minutos.

Quanto à estação de comboio, fica situada a 800 metros do aeroporto, sendo que podes completar o trajecto a pé ou através de um shuttle do aeroporto. Os comboios estão em funcionamento entre as 05h50 e as 21h00, partindo a cada 15-30 minutos (consoante a altura do dia) e demorando a viagem menos de 10 minutos. Podes comprar os bilhetes directamente no website da Trenitalia, a partir de 2,10€.

Caso aterres em Catania fora de horas, terás que recorrer a um táxi. Podes contar pagar à volta de 30€ pelo mesmo trajecto.

Guia de Viagem da Sicília – Como te deslocares dentro da ilha

Embora o serviço de transportes ferroviários na Sicília seja surpreendentemente abrangente, a realidade é que terás sempre um determinado nível de dificuldade para conseguir chegares a todos os locais que pretendas visitar se te cingires apenas aos comboios locais.

Por essa razão, e por questões de maximização de autonomia e flexibilidade, alugares o teu próprio veículo é a escolha mais acertada.

Autocarros públicos na Sicília

O sistema de autocarros públicos da Sicília é desnecessariamente complicado. Embora, em teoria, seja possível chegar a praticamente toda a ilha de autocarro, a verdade é que a inexistência de um serviço centralizado de compra de bilhetes, bem como de informação online devidamente rigorosa e actualizada, faz com que o planeamento da viagem seja mais difícil que o esperado.

Assim, tentar atravessar a Sicília de autocarro pode implicar visitas quase diárias às estações e uma procura frustrante pelos nomes e horários das companhias que asseguram determinado trajecto (são mais de 10 empresa diferentes a operar em toda a ilha). Se pode ser feito? Certamente que sim. Mas se tens pouca experiência de viagem e não lidas bem com contratempos e alterações repentinas de planos, não recomendo.

Comboios na Sicília

Uma boa opção para as deslocações entre as principais cidades da ilha, o sistema ferroviário italiano é simples, eficiente e acessível. Para além disso, a tua viagem será bastante mais confortável do que a bordo de um autocarro. Na realidade, quase todas as localidades deste roteiro podem ser visitadas de comboio, sendo o principal desafio os longos períodos que passarás sentado.

Infelizmente, e embora quase toda a ilha esteja abrangida pela rede ferroviária, a realidade é que te verás quase sempre obrigado a fazer transbordo numa grande cidade para poderes depois entrar no comboio correcto para o teu destino. Isto fará com que tenhas, muitas das vezes, que andar sucessivamente para a frente e para trás, perdendo imenso tempo nas deslocações, que podem facilmente duplicar o tempo de viagem que passarias a bordo de um autocarro (e nem me atrevo a comparar com carro próprio).

Não obstante, e se não tiveres mesmo hipótese de alugar carro, combinar os comboios e autocarros é uma boa maneira de garantires que consegues ver (quase) tudo a que te propões. Simplesmente terás que ser mais expedito na hora de planeares a viagem. Conforme mencionado acima, podes consultar preços, ligações e horários na Trenitalia.

Aluguer de carro ou scooter na Sicília

Finalmente, a opção que tende a recolher maior unanimidade entre os visitantes e a que mais recomendamos neste guia de viagem da Sicília. Já se sabe – no que toca a conveniência e espontaneidade, não há nada como termos o nosso próprio veículo em viagem!

No entanto, e no caso específico da Sicília, o aluguer de carro ou scooter é algo que quererás tratar com a devida antecedência, caso contrário correrás o risco de ter que pagar uma autêntica fortuna ou, ainda pior, não encontrar sequer carro para alugar! Quanto à condução, recomendamos que sejas substancialmente mais cuidadoso que o habitual. Se os italianos já têm fama de se transformar em autênticos animais ao volante, na Sicília essa transfiguração é ainda mais extrema!

Por fim, resta mencionar que as autoestradas, que ligam as cidades de Trapani, Palermo, Catania, Messina e Siracusa estão habitualmente em excelentes condições. Quanto às estradas secundárias, que terás obrigatoriamente que atravessar para explorares o sul da ilha, são habitualmente bem mais lentas, ziguezagueando por vários povoados. De qualquer das maneiras, está longe der um bicho de sete cabeças.

Relativamente ao aluguer de scooters, poderás consultar qualquer uma das seguintes empresas locais:

Quanto a carros, podes consultar preços e disponibilidade em Rentalcars.com!

O que comer na Sicília – gastronomia local

Estando a Sicília situada na confluência de 3 mares (Mediterrâneo, Tirreno e Jónico), é natural que a sua gastronomia sofra fortes influências exteriores, fruto das variadíssimas origens dos que aqui atracavam e dos impérios que rodeavam a ilha. E se é evidente que as iguarias típicas do território continental italiano também têm o seu lugar a uma mesa Siciliana, pode por outro lado surpreender-te o quanto a cozinha local bebe da culinária grega, magrebina e do Médio Oriente.

Assim, se quiseres testar alguns dos petiscos mais típicos da ilha, deverás começar pelas Arancini, pequenas bolas de risoto com recheio de carne ou mozarela e que são depois panadas e fritas. De seguida, podes também provar Sfincione, uma espécie de sandwich com um pão que só pode ser descrito como um meio-termo entre focaccia e crosta de pizza; Caponata, um estufado de beringela simultaneamente ácido e adocicado servido em pão crostini; ou Panelle, pequenas pataniscas feitas com salsa, sésamo e farinha de grão, geralmente servidas dentro de um pão e acompanhadas de uns croquetes de batata chamados Crocchè.

Esta é, de resto, uma particularidade da Sicília. Muitas das suas iguarias típicas não são servidas num prato, mas sim comidas à mão. No entanto, perdoamos-te se ao fim de alguns dias o teu corpo começar a pedir algo um pouco mais consistente. Para isso, recomendamos-te que experimentes a fabuloso peixe local, com destaque para a Pasta con le Sarde, um prato de inspiração árabe feito com massa bucatini, sardinhas, anchovas, pinhões e açafrão; Pasta Coi Ricci, esparguete com ouriços-do-mar; ou Polpo Bollito, literalmente “Polvo Cozido”.

Antes do teu expresso, não deixes de adoçar o palato com uma fatia de Cassata, um bolo feito com massapão, queijo ricota e frutas cristalizadas; uma taça de Granita, um sorvete de estilo siciliano; ou, pois claro, com um Cannoli, o doce siciliano tão famoso que até foi mencionado em “O Padrinho”.

Tesouros Escondidos da Sicília

Como sempre, queremos apresentar-te alguns locais menos reconhecidos do grande público, para que possas ficar verdadeiramente a conhecer a essência siciliana. Não é fácil – afinal, 1 semana não é assim tanto tempo para uma ilha com tantos atractivos – mas vale sempre a pena tentar!

Assim sendo, decidimos acrescentar os seguintes locais ao nosso guia de viagem da Sicília:

  • Catacumbas dos Capuchinos
  • Parque Arqueológico de Selinunte
  • Palácio Branciforti
  • Castelo de Sperlinga
  • Sampieri
  • Catacumbas de San Giovanni

Melhores praias da Sicília

  • San Vito Lo Capo: Considerada por muitos como a melhor praia da ilha. Situada bem junto aos promontórios verdejantes da Reserva Natural de Zingaro, algumas das suas imagens parecem saidinhas de um catálogo do Rio de Janeiro.

 

  • Scala dei Turchi: Situada junto a Agrigento, esta “praia” saltou para a ribalta dos radares turísticos devido à escadaria natural formada pelo fenómeno de erosão da rocha calcária, servindo de prancha de salto para os banhistas mais corajosos.

 

  • Praias da Reserva Natural Torre Salsa: Esta reserva natural está repleta de praias cruas e isoladas. Apesar dos areais pristinos, baías paradisíacas e ambiente remoto, a área é tão grande que nunca chega a parecer demasiado movimentada, mesmo no pico do Verão. De entre as muitas opções destacam-se a Spiaggia Libera e a Costone Bianco.

 

  • Sampieri: Bizarramente situada nas imediações de uma fábrica abandonada, o facto da praia ser relativamente isolada – apesar da sua beleza – faz com que a probabilidade de a encontrares praticamente vazia seja bastante grande. Podes encontrá-la no extremo sul da ilha.

 

  • Praia de Cefalù: Com uma paisagem de cartão postal, a praia de Cefalù é um dos destinos mais populares da Sicília, sendo perfeita para combinar uma ida a banhos com uma série de actividades turísticas pelo centro histórico desta adorável e belíssima vila.

 

  • Praia Calamosche: Escondida na Reserva Selvagem de Vindicari, a praia Calamosche é um tesouro escondido da Sicília. Para além das suas águas cristalinas, podes caminhar pela reserva e encontrar flamingos ou aves migratórias a meia da sua rota sazonal entre Europa e África.

 

  • Isola Bella: A fazer jus ao nome, que significa “bela ilha”, a praia de Isola Bella é um verdadeiro paraíso. Situada numa pequena ilha em frente à cidade de Taormina, esta praia oferece um cenário único de águas cristalinas e vegetação exótica. Além disso, a sua localização privilegiada permite desfrutar de vistas panorâmicas sobre a costa siciliana.

 

  • Praia de Mondello: Situada a apenas 15 minutos de Palermo, a praia de Mondello é o areal urbano mais popular de toda a Sicília. Assim, este é um sítio excelente para um dia de praia animado, uma vez que a zona balnear está rodeada de bares, restaurantes e lojas.

 

  • Laghetti di Marinello: Com uma paisagem única de dunas de areia e lagoas salgadas, esta praia oferece uma experiência balnear única, longe das multidões e do turismo de massa. Para além disso, a sua localização no Parque Natural de Tindari torna-a num destino ideal para os amantes da natureza.

Roteiro de 7 dias na Sicília – itinerário de 1 semana

Chegamos finalmente à secção mais sumarenta do nosso guia de viagem da Sicília!

Antes de tudo o resto, convém esclarecer que, mesmo com 7 dias inteiros, será necessário manter um ritmo decente para que consigam ver tudo aquilo que propomos no nosso roteiro. A Sicília é uma ilha razoavelmente grande, e, sorte a tua, com mesmo muito para ver e fazer. Sim, evidentemente que iremos incluis as praias e a costa, mas também os locais históricos, arqueológicos e culturais. Afinal, queremos que tenhas a experiência completa!

Fica connosco e descobre o que fazer na Sicília em 1 semana:

O que fazer em 7 dias na Sicília: Dia 1 – Palermo

Passada de mão-em-mão ao longo de gerações entre árabes, franceses, espanhóis e italianos, Palermo é uma cidade repleta de História e de estórias. Desde o movimentado porto à azáfama do centro histórico, Palermo é simultaneamente bela, dura e complexa, um ecletismo difícil de encontrar noutras cidades europeias. Assim, irás começar a tua aventura pela zona velha de Palermo no Palazzo Abatellis (8€), uma residência real anteriormente detida por um nobre aragonês, antes de passares ao Teatro Massimo (10€ pela visita guiada), oficialmente designado como a maior ópera de toda a Itália. Nas proximidades, sugerimos ainda uma passagem na encantadora praceta de Quattro Canti, que, tal como o nome indica, fica na confluência de quatro ruas distintas. É precisamente por lá que encontrarás La Martorana, uma das igrejas mais conhecidas de Palermo e cujo estilo espelha na perfeição os encontros de estilos e culturas que sempre se deram ao longo do passado desta cidade.

Ainda no centro, é chegada a hora de visitar a gigantesca Catedral de Palermo, porventura o maior símbolo da cidade, antes de seguires caminho para o Palácio dos Normandos, o antigo assento Siciliano do Reino da Normandia, originalmente construído no século IX para o Emir local quando a ilha estava sob o controlo árabe. Dentro do recinto, não podes perder a oportunidade de entrar na Cappella Palatina (15,50€ – bilhete combinado c/ palácio), uma das igrejas com os interiores mais inacreditáveis que alguma vez verás. Para algo bem mais fora da caixa, não deixes de visitar as Catacumbas dos Capuchinhos (3€), um conjunto de passagens subterrâneas, directamente cravadas no solo rochoso, onde os corpos de mais de 8000 pessoas foram mumificados, vestidos e posteriormente expostos. Diversão para toda a família!

Para acabar o dia, irás afastar-te um pouco do centro histórico e visitar a Catedral de Monreale. Sei que pode parecer uma perda de tempo passar em “mais uma igreja”, especialmente depois de visitares tantos locais religiosos diferentes, mas prometo que a viagem valerá a pena. Afinal, este é considerado um dos lugares mais espectaculares de toda a Sicília, mantendo-se praticamente intocado ao longo dos últimos 900 anos!

Resumo do 1º dia:

  • Palazzo Abatellis
  • Teatro Massimo
  • Quattro Canti
  • La Martorana
  • Catedral de Palermo
  • Palácio dos Normandos
  • Cappella Palatina
  • Catacumbas dos Capuchinos
  • Catedral de Monreale

Onde comer em Palermo:

O que fazer em 7 dias na Sicília: Dia 2 – Cefalù

Depois de um dia inaugural dedicado à história e cultura da capital Siciliana, é chegada a hora de rumares paragens bem mais idílicas. Assim, irás pegar no carro e conduzir durante 1 hora pela costa norte, rumo a este, até chegares à encantadora vila piscatória de Cefalù. Assim que chegues, e para ficares desde logo com uma melhor perspectiva de toda a cidade, quererás subir ao Rochedo de Cefalu. Um gigantesco e imponente promontório enquadrado como pano de fundo de Cefalù, é possível percorreres os seus trilhos e desfrutares de vistas imbatíveis sobre a vila e toda a orla costeira. Lá em cima, encontrarás as ruínas do Castelo de Cefalù e o Templo de Diana, um templo megalítico com quase 3000 anos!

A partir daqui, iniciarás a tua descida rumo às ruas pitorescas e charmosas da vila, nas quais poderás visitar a Igreja de Santo Stefano e a inigualável Catedral de Cefalù. Um dos edifícios medievais mais importantes da ilha. Um pouco mais abaixo, junto à costa, poderás atravessar a Porta Pescara, um dos portões originais da cidade, antes de entrares no peculiar quarteirão de Lavatoio. Conhecido pelo epíteto de “Lavandaria Municipal”, era nestas ruas que as senhoras de Cefalù costumavam lavar as suas roupas desde a Idade Média, com as bacias antigas em pedra – incorporadas nas ruas – a encherem com água vinda do Rio Cefalino e que é depois escoada para o mar através de condutas próprias. Finalmente, será no período da tarde que terás o teu primeiro contacto com os areais sicilianos, aproveitando o sol e calor para ir a banhos na Praia de Cefalù.

Resumo do 2º dia:

  • Rochedo de Cefalu
  • Castelo de Cefalù
  • Templo de Diana
  • Igreja de Santo Stefano
  • Catedral de Cefalù
  • Porta Pescara
  • Lavatoio
  • Praia de Cefalù

Onde comer em Cefalu:

O que fazer em 7 dias na Sicília: Dia 3 – Trapani e a Melhor Praia da Sicília

Trapani é até conhecida como a porta de acesso para a Ilhas Égadas, embora, na minha humilde opinião, a melhor zona costeira de toda a Sicília fica um pouco mais a norte. Mas vamos então por partes: antes de colocares de vez o teu pezinho em águas cristalinas, irás passar a manhã a conhecer o centro de Trapani, uma Cidade Velha erigida em redor da zona portuária. Ao contrário de Palermo, Trapani não está repleta de locais para riscar da lista de afazeres, fazendo valer a sua arquitectura antiga, ruas clássicas e fortaleza defensiva. No entanto, e até para que te possas orientar melhor, quererás dar uma vista de olhos no Santuario dell’Annunziata, na Igreja do Colégio ou na Catedral de San Lorenzo, antes de desfrutares das vistas marítima a partir da Torre Ligny.

Bem perto, poderás ainda ficar a conhecer as Salinas de Trapani e Paceco, gigantescos campos de produção de sal que se tornaram, em tempos passados, o principal motor económico da cidade. Hoje em dia, são o local perfeito para fotografar os populares moinhos que vão pintando a paisagem um pouco por toda a ilha. Finalmente, irás então rumar a norte e colocar à prova a fama das praias Sicilianas. Para isso, e porque o primeiro impacto é sempre importante, nada melhor que ir a banhos em San Vito Lo Capo, considerada por muito como a melhor praia da ilha. Situada bem junto aos promontórios verdejantes da Reserva Natural de Zingaro, algumas das suas imagens parecem saidinhas de um catálogo do Rio de Janeiro.

Resumo do 3º dia:

  • Santuario dell’Annunziata
  • Igreja do Colégio
  • Catedral de San Lorenzo
  • Torre Ligny
  • Salinas de Trapani e Paceco
  • San Vito Lo Capo

Onde comer em Trapani:

O que fazer em 7 dias na Sicília: Dia 4 – Entre as Ruínas de Selinunte e Agrigento

Se os primeiros dias tiveram uma vertente mais cultural e o seguinte uma natureza mais relaxada e veranil, hoje terás a mistura perfeita entre os dois mundos. Assim, começarás por conduzir até ao Parque Arqueológico de Selinunte (6€), conhecido por albergar vestígios de uma cidade grega milenar. Apesar de poderes encontrar vários edifícios e ruínas, o grande destaque do parque vai para a Acrópole de Selinunte, a estrutura mais grandiosa e bem preservada do espaço. Este é um sítio onde não quererás perder mais tempo que o estritamente necessário, até porque o final do dia reserva-te uma nova passagem por outra zona arqueológica ainda mais impressionante (e bem mais apetrechada).

No entanto, o caminho entre os dois locais é um destaque igualmente digno de registo, uma vez que irás atravessar as idílicas praias da Reserva Natural Torre Salsa. Aproveita para relaxar, tomar uns banhos de sol e dar um ou outro mergulho, antes de rumares a Agrigento. Mesmo à chegada, faz um desvio até à Scala dei Turchi e assiste à forma como o fenómeno de erosão desta rocha calcária formou uma escadaria natural. Do topo, os mais corajosos podem saltar directamente para o mar. Acabadinho de entrar em Agrigento, irás deslocar-te imediatamente à zona arqueológica, também conhecida como o “Vale dos Templos”. Esta região, reconhecida pela UNESCO como Património da Humanidade, é bastante dispersa e com muito para ver, pelo que recomendamos que te foques nos seguintes monumentos:

  • Templo de Juno Lacinia
  • Templo de Concordia
  • Templo de Hércules
  • Templo do Zeus Olímpico
  • Templo de Castor e Pollux

Também no vale, podes aproveitar para dar uma espreitadela no Museu Arqueológico Regional. Antes de jantar, tira uns minutos para deambular pelo centro histórico de Agrigento e conhecer a Catedral de San Gerlando, o edifício mais emblemático da vila.

Resumo do 4º dia:

  • Parque Arqueológico de Selinunte
  • Praias da Reserva Natural Torre Salsa
  • Scala dei Turchi
  • Vale dos Templos de Agrigento
    • Templo de Juno Lacinia
    • Templo de Concordia
    • Templo de Hércules
    • Templo do Zeus Olímpico
    • Templo de Castor e Pollux
    • Museu Arqueológico Regional
  • Catedral de San Gerlando

Restaurantes baratos em Agrigento:

O que fazer em 7 dias na Sicília: Dia 5 – Ragusa e Modica

Rumando um pouco mais para sudeste, hoje irás prosseguir o teu caminho pela costa Siciliana… mas não sem antes conheceres duas das localidades mais belas da ilha! Na realidade, praticamente tudo o que verás hoje é uma reconstrução relativamente recente para os parâmetros de uma nação milenar como a italiana. Acontece que no final do século XVII um terramoto gigantesco devastou toda a região de Val di Noto, no sudeste da Sicília. Quando chegou a hora de reconstruir, as autoridades locais não se fizeram rogadas e erigiram um autêntico tributo à arte barroca, que terás assim a honra de conhecer. Posto isto, irás começar o teu périplo no centro histórico da cidade de Ragusa, dividida entre a Ragusa Alta e a zona mais antiga, conhecida como Ragusa Ibla, situada num patamar inferior.

Na parte alta, irás completar a paragem da praxe na Catedral de San Giovanni, a igreja mais importante da cidade, antes de teres o teu primeiro vislumbre de Ragusa Ibla a partir da escadaria da Igreja de Santa Maria delle Scale. Esta é a vista mais emblemática de toda a cidade! Iniciando o descenso à parte baixa de Ragusa, irás enfim descobrir o porquê desta paisagem em tons de cinza e pastel ser tão reputada. Acontece que Ragusa é pequeno-grande encanto. Um rendilhado de ruas tortas e sinuosas, fachadas barrocas e miradouros impressionantes. Enquanto vagueias a teu bel-prazer, aproveitar para riscar da tua lista alguns locais como o Duomo di San Giorgio, o Palácio Arezzo Di Trifiletti, a Igreja de San Giuseppe ou o agradável Jardim Ibleo.

Quando estiveres pronto para deixar Ragusa para trás, irás fazer-te à estrada durante uns míseros 15km e descobrir Modica, uma nova Ragusa em versão de bolso. À semelhança da sua irmã mais velha, também Modica está dividida entre uma secção alta e outra baixa, e foi também largamente destruída durante o terramoto, apenas para ser reconstruída mais tarde em estilo barroco. Também aqui, o melhor a fazer é simplesmente percorrer as ruas e absorver o ambiente, visitando a Catedral de São Jorge, a Igreja de São Pedro e o Palácio de Leva. Por fim, e para não ficares mais que um dia sem ir a banhos, irás conduzir até Sampieri e desfrutar da praia local. Bizarramente situada nas imediações de uma fábrica abandonada, o facto da praia ser relativamente isolada – apesar da sua beleza – faz com que a probabilidade de a encontrares praticamente vazia seja bastante grande.

Resumo do 5º dia:

  • Ragusa Ibla
  • Catedral de San Giovanni
  • Igreja de Santa Maria delle Scale
  • Duomo di San Giorgio
  • Palácio Arezzo Di Trifiletti
  • Igreja de San Giuseppe
  • Jardim Ibleo
  • Modica
  • Catedral de São Jorge
  • Igreja de São Pedro
  • Palácio de Leva
  • Sampieri

Onde comer em Ragusa e Modica:

O que fazer em 7 dias na Sicília: Dia 6 – Siracusa

Sampieri será a região mais a sul que visitarás na Sicília, pelo que o teu penúltimo dia na ilha começará com uma viagem para norte, rumo à belíssima cidade de Siracusa. O seu centro histórico está situado na Ilha de Ortigia, por sua vez conectada ao resto da cidade através de duas pontes. Por razões de segurança, e à semelhança de muitas outras cidades/vilas antigas, também Ortigia é completamente muralhada, conservando o interior um dos locais mais belos de Itália. Poderás começar por explorar o Castelo Maniace (4€), que durante longas gerações vigiou a boca da baía de Siracusa, antes de relaxares junto à Fonte Arethusa, uma fascinante fonte de água doce situada bem junto ao mar. Este local é famoso pela presença abundante das plantas aquáticas que dão origem ao papiro, sendo historicamente um dos dois únicos locais em toda a Europa onde o icónico pergaminho era produzido! Ainda em Ortigia, não deixes de visitar a Catedral de Santa Maria, principal igreja de Siracusa, a fabulosa Piazza Duomo e o Templo de Apollo, o monumento dórico mais antigo da Sicília.

Já fora da cidade velha, o Parque Arqueológico de Neapolis (13€) é uma paragem absolutamente obrigatória! O recinto alberga alguns dos vestígios mais bem preservados de toda a civilização da Grécia Antiga, com destaque para o Teatro Grego, o Altar de Hieron e para a Latomia del Paradiso, um conjunto de pedreiras, hoje transformadas em jardins, onde podes explorar trilhos e grutas, com destaque para a Caverna da Orelha de Dionísio. Perto do parque, e já no interior da parte mais moderna de Siracusa, podes ainda passar pelas Catacumbas de San Giovanni, um conjunto de túneis fúnebres subterrâneos, construídos na cripta de uma igreja em ruínas. Para o período da tarde, irás entrar em modo praia e aceder à Reserva Vindicari, onde passarás um bom par de horas a tostar debaixo do sol siciliano na paradisíaca Praia Calamosche.

Resumo do 6º dia:

  • Ilha de Ortigia
  • Castelo Maniace
  • Fonte Arethusa
  • Catedral de Santa Maria
  • Piazza Duomo
  • Templo de Apollo
  • Parque Arqueológico de Neapolis
  • Catacumbas de San Giovanni
  • Praia Calamosche

Onde comer em Siracusa:

O que fazer em 7 dias na Sicília: Dia 7 – Taormina

E eis que chegámos ao teu último dia por terras sicilianas! No entanto, antes de regressares a Palermo, Catania ou Trapani para o teu voo de regresso, terás ainda a oportunidade de ficar a conhecer Taormina. Gentilmente pousada numa encosta rochosa, com vistas fabulosas sobre o Mar Jónico de um lado, e o imponente Monte Etna do outro, Taormina é um dos locais mais fotogénicos da ilha. Assim, irás começar por atravessar a Porta Catania, o ponto oficial de entrada no centro histórico de Taormina, e percorrer a Corso Umberto, considerada a sua principal artéria pedestre. Pelo caminho, vai fazendo pequenos desvios e visitando outros pontos de interesse, como o Duomo di San Nicola, a Piazza IX Aprile ou a Igreja de San Giuseppe.

Segue-se uma passagem pela Villa Comunale, um belíssimo jardim com uma das melhores vistas de toda a cidade, antes de dares finalmente de caras com o Teatro Grego, o principal símbolo de Taormina. Se a foto abaixo não te deixa imediatamente com vontade de marcar o próximo voo, então nada o fará! Para a despedida, deverás subir até ao Castelo de Taormina e a absorver cada pedacinho do momento. Situado a quase 400 metros de altitude, não encontrarás melhor panorâmica por estas bandas. A meio da subida, poderás também parar junto à Madonna della Rocca, uma capela antiga directamente cravada na rocha. Para que o teu último dia não destoe em demasia do que tem sido feito até aqui, irás dizer adeus à Sicília com um mergulho final em Isola Bella, um pequeno ilhéu ligado à costa através de uma pequena praia de área fina.

Resumo do 7º dia:

  • Porta Catania
  • Corso Umberto
  • Duomo di San Nicola
  • Piazza IX Aprile
  • Igreja de San Giuseppe
  • Villa Comunale
  • Teatro Grego
  • Madonna della Rocca
  • Castelo de Taormina
  • Isola Bella

Onde comer em Taormina:

O que fazer em 7 dias na Sicília: Dia 4 – Enna

Se tiveres mais alguns dias para aproveitar a ilha, recomendamos que subas as encostas Sicilianas e explores Enna, considerada a cidade mais alta de toda a ilha, cerca de 1000 metros acima do nível do mar. No entanto, e para além da cidade em si, toda esta região central se encontra povoada por vestígios antigos, palácios, fortalezas e castelos, e hoje terás um gostinho de tudo um pouco. Sem mais demoras, o teu dia começará precisamente pelo local mais emblemática de toda a Enna: a Villa Romana del Casale (10€). Esta antiga vila romana, submersa em escombros e apagada do mapa durante 600 anos, é agora uma das mais reputadas e bem preservadas em todo o mundo, valendo-lhe também o já tradicional selo de aprovação da UNESCO. Para lá dos mais de 50 edifícios escavados, nos quais se incluem basílicas, termas e fontes, destacam-se acima de tudo os mosaicos extraordinariamente vívidos e detalhados, pelos quais o tempo não parece ter passado. Não muito longe, podes também fazer uma passagem breve pelo Parque Arqueológico de Morgantina (6€) e admirar o seu fabuloso Teatro Grego.

O centro histórico de Enna, situado no topo de uma colina, ponto mais alto da cidade, foi apropriadamente designado de Enna Alta, e será o ponto seguinte deste guia de viagem da Sicília. Aqui, deverás visitar a Catedral de Enna, passear pela Piazza Vittorio Emanuele e subir ao Castelo da Lombardia, o símbolo mais reconhecível do centro de Enna e um local onde podes desfrutar de vistas fabulosas sobre as redondezas e sobre o majestoso Monte Etna, cuja silhueta espreitará no horizonte. Já na zona baixa da cidade, não deixes de fotografar a Torre di Federico, conhecida pelo seu formato octogonal. Por fim, irás dedicar o resto da tarde a explorar a zona mais boreal de Enna, visitando a adorável vila de Leonforte e o seu imponente Palácio Branciforti, antes de terminares o dia no Castelo de Sperlinga (5€), cravado directamente na rocha, à semelhança da restante vila medieval (com o mesmo nome) onde fica situado.

Resumo do dia extra:

  • Villa Romana del Casale
  • Parque Arqueológico de Morgantina
  • Enna Alta
  • Catedral de Enna
  • Piazza Vittorio Emanuele
  • Castelo da Lombardia
  • Torre di Federico
  • Palácio Branciforti
  • Castelo de Sperlinga

Onde comer em Enna:

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