10 dos melhores destinos para visitar em Setembro – Onde ir de férias em Setembro 🏵️🍷
Compilação com 10 dos melhores destinos para visitar em Setembro, incluindo destinos de cultura, natureza e de praia. Fica connosco e descobre onde ir de férias em Setembro.
Setembro é um dos melhores meses do ano para se viajar. Uma vez que ainda estás tecnicamente no Verão, as temperaturas no Hemisfério Norte tendem a variar entre o quente e o agradável (dependendo da região onde te encontres), mas o pico da estação já passou. Ora, isto significa que por esta altura já terás evitado as multidões e os preços dolorosos que tendem a caracterizar os meses de Julho e Agosto, mas mantendo o acesso às mesmas praias, à mesma natureza e à mesma oferta cultural. É uma vitória em todas as frentes, especialmente se te guardares para a segunda metade de Setembro!
Posto isto, existem opções para todos os gostos e carteiras. Quer estejas à procura de umas férias na praia, de uma experiência de safári, de uma escapadinha mais cultural ou de uma aventura na natureza, este mês não te desiludirá! Para além disso, convém lembrar que esta é também a época das vindimas e de um dos eventos mais aguardados e animados de todo o continente europeu! Se esta premissa te deixou mais entusiasmado, junta-te então a nós neste périplo e descobre 10 dos melhores destinos para visitar em Setembro.
Onde ir de férias em Setembro
Geórgia

Situada na ainda obscura região do Cáucaso, entre os picos montanhosos desta cordilheira e as águas calmas do Mar Negro, a Geórgia é um dos destinos turísticos em maior crescimento do mundo, atraindo entusiastas dos outdoors com as suas paisagens deslumbrantes e oportunidades de hiking. No entanto, a Geórgia está longe de ser um destino unidimensional. Por força da sua localização na confluência entre Europa e Ásia, o país tem uma cultura bastante rica e diversa. Nas grandes cidades, essa mistura eclética de influências é perfeitamente perceptível, o que, em claro contraste com o profundo isolamento das suas aldeias mais remotas, onde tudo permanece aparentemente imutável há décadas, resulta numa experiência extremamente interessante.
Posto isto, Setembro é mesmo o melhor mês para visitar a Geórgia. Uma vez que o Verão estará a chegar ao fim, não haverá deslizamentos, derrocadas ou acumulação de neve nos trilhos, pelo que os caminhos estarão sempre livres. Para além disso, o tempo vai estar perfeito para passear por Tbilisi e, se tiveres sorte, quiçá até possas dar um mergulhinho em Batumi. Como cereja no topo do bolo, vale a pena mencionar que a Geórgia tem uma cultura vinícola gigantesca, sendo até universalmente reconhecido como o local onde se produz vinho há mais tempo no mundo. Por sorte, Setembro é a altura perfeita para as vindimas, a que podes assistir (ou até participar) na região de Kakheti.
Recomendado: Guia de viagem da Geórgia – Roteiro de 7, 10 e 15 dias
Namíbia

Considerado o 3º país menos densamente povoado do mundo, a Namíbia é o local a visitar se te quiseres maravilhar com paisagens únicas e apreciar a vida selvagem sem ter que estar em constante contacto com multidões. Aliás, podes facilmente alugar um carro e conduzir literalmente durante horas sem ver outra alminha – um paraíso para os introvertidos! Provavelmente o local mais popular da nação Africana, o Parque Nacional Etosha é um destino de eleição durante o mês de Setembro, com a época seca a “obrigar” os animais a concentrarem-se junto às poucas fontes de água, aumentando assim a tua possibilidade de veres leões, leopardos, elefantes, rinocerontes e muito mais!
Adicionalmente, podes (e deves) apreciar as dunas alaranjadas e as vistas quase alienígenas de Sossuvlei e Deadvlei, fazer kayak com focas em Swakopmund, testemunhar a influência da colonização germânica na capital de Windhoek, admirar os céus estrelados de Spitzkoppe, ficar a conhecer a arte rupestre com mais de 6000 anos em Twyfelfontain, percorrer um dos maiores desfiladeiros de água do mundo (Fish River Canyon) e ainda visitar a cidade mineira abandonada de Kolmanskop, um daqueles sítios que se foram tornando virais, especialmente entre a malta que gosta de dark tourism. Sim, a Namíbia pode não ser tão conhecida como a África do Sul, o Quénia ou a Tanzânia, mas é capaz de proporcionar uma experiência tão boa (ou melhor) que qualquer um destes lugares.
Puglia, Itália

Considerado um dos destinos mais subvalorizados da “bella” Itália, a região de Puglia, ali escondida no tacão da bota, é um tesourinho formado por cidades históricas, vilarejos antigos, praias paradisíacas e paisagens deslumbrantes. Para além disso, ao contrário de outros destinos transalpinos que combinam cultura e praia, como a Costa Amalfi ou as Cinque Terre, Puglia não foi ainda atingida pelo turismo de massas, o que significa que terás acesso a uma experiência mais autêntica e relaxada. Não é que seja propriamente desconhecida ou barata – continua a ser um destino de eleição entre Italianos – mas pelo menos ainda não foi totalmente atropelado pelo turismo desenfreado.
Para além disso, em Setembro muitos dos visitantes já voltaram a casa e aos seus trabalhos, pelo que os preços estarão ligeiramente mais simpáticos e as multidões menos densas. Felizmente, o tempo continuará agradável, pelo que podes aproveitar para tirar uns dias de praia e outros para conhecer os muitos encantos da região. De resto, e para além das cidades de Bari e Lecce a destacarem-se como os principais polos culturais, Puglia conta ainda com a peculiar aldeia de Alberobello, o cénico povoado de Polignano a Mare ou a vila de Ostuni, conhecida pelas suas casinhas caiadas de branco. Por outro lado, e para quem privilegie o descanso e os areais acima de tudo, não há como errar com idas a banho em Otranto, Torre dell’Orso ou Pescoluce, conhecida como as “Maldivas de Salento”.
Recomendado: Guia de viagem de Puglia, Itália – Transportes, hotéis, praias + Roteiros de 4 e 7 dias
Montenegro

Outro destino que tem vindo a ganhar cada vez mais destaque nos mapas turísticos, longe vão os tempos em que Montenegro are apenas visto como um sombrio e desconhecido apêndice da Sérvia. Sim, é verdade que Podgorica é uma das capitais mais aborrecidas de toda a Europa, mas também ninguém vem a Montenegro por causa dela! Pelo contrário, o verdadeiro encanto da nação Montenegrina reside na famosa e inacreditável Baía de Kotor, que pode ser vista como a versão Adriática de um fiorde – a mesma beleza dos congéneres nórdicos, mas com bom tempo! Ao longo do curso de água, podes encontrar praias fabulosas, fortalezas perdidas e muitas vilazinhas e cidades históricas com um estilo semelhante ao de destinos turísticos super-massificados da vizinha Croácia.
Para além da própria cidade de Kotor, situada na boca da baía, outros locais a não perder neste cantinho de Montenegro incluem Perast, Herceg-Novi e Tivat. Já fora da baía, mas nas margens do Adriático, não podes perder Budva, Stari Bar e a ilha interdita de Sveti Stefan. Infelizmente, esta zona do país recebe mesmo muitos navios de cruzeiro durante o pico do Verão, ao ponto de cidades como Kotor ficarem sobrelotadas durante o dia. Felizmente, em Setembro esse problema alivia bastante! Por outro lado, é também uma excelente altura para visitar o interior do país e alguns dos seus tesouros escondidos, dos naturais (Lago Skadar, o Parque Nacional Durmitor ou Parque Lovcen) aos culturais (Mosteiro Ostrog).
Malta

Berço da lendária Ordem dos Cavaleiros Hospitalários, a pequena e encantadora ilha de Malta é um dos destinos de praia mais versáteis do mundo! Sim, podes encontrar águas turquesa, baías paradisíacas e areais de perder de vista, mas existe toda uma outra faceta do país capaz de apelar a públicos menos dados a sol e calor. Afinal, Malta tem uma história antiquíssima, presente nos seus templos milenares, igrejas históricas e cidades muralhadas! Infelizmente, este é também um sítio onde o calor pode ser verdadeiramente infernal – factor esse que ganha ainda maior preponderância quando tens que perder 1h30 no trânsito para fazer 30 ou 40 km no Pico do Verão! Por essa razão, não podemos recomendar Malta em Julho ou Agosto.
Por outro lado, Setembro é uma solução ideal para quem ainda queira aproveitar o calor do Verão para ir a mergulhos na Lagoa Azul de Comino ou na Golden Bay sem ter que negligenciar o conforto e bem-estar, já que o trânsito estará melhor e as temperaturas um pouquinho mais baixas. Para além disso, é difícil aproveitar e desfrutar das cidades quando estão 40ºC, tornando hercúlea a missão de explorar locais como Valetta, Mdina, Marsaxlokk, Rabat, Mellieha, Mosta ou os muitos templos megalíticos do país. Havendo tempo e orçamento, recomendamos igualmente o desvio até à ilha vizinha de Gozo.
Recomendado: Guia de viagem de Malta – Transportes, praias, hotéis, restaurantes + roteiro de 3, 5 e 7 dias
Madagáscar

Vai uma visitinha ao Rei Juliano? Conhecida pela sua biodiversidade, a ilha de Madagáscar foi abençoada com uma riqueza natural incalculável, com todo um ecossistema formado por espécies de fauna e flora que não podes encontrar em mais nenhum local do planeta! Aliás, é precisamente por este factor que recomendamos a visita durante o mês de Setembro, considerado o final da estação seca e a altura de eleição para visitares parques nacionais, explorares trilhos e veres em primeira-mão lémures acabadinhos de nascer. Mesmo para poderes transitar dentro do país, evitar a época das chuvas acaba por ser fundamental, já que as estradas são extremamente básicas e tendem a ficar alagadas, lamacentas e até intransitáveis quando chove muito.
Posto isto, há muito em Madagáscar para te manter entretido! Naturalmente, qualquer viagem terá início na capital de Antananarivo, lar do maior aeroporto internacional do país. Estranhamente, é uma cidade exótica e com um certo charme! No entanto, para conheceres as maiores atracções da ilha terás que sair da grande cidade, rumando a oeste para visitares o Parque Natural Tsingy de Bemaraha e caminhares ao longo da icónica Avenida dos Baobabs. Esta última é possivelmente a grande imagem de cartão-postal de Madagáscar, com as gigantescas árvores a flanquearem o caminho de terra batida. Já para relaxares um pouco e ires a banhos nas águas do Índico, vale bem a pena apanhar um voo interno até Nosy Be, Nosy Boraha ou Foulpointe.
Baviera, Alemanha

Se há destinos que se destacam pelo bom tempo, outros são associados a um determinado mês à conta de um evento específico. Neste caso, não haveria como não mencionar a lendária Oktoberfest, o famoso festival cervejeiro Alemão que, apesar do nome, costuma ter início na segunda quinzena de Setembro. Posto isto, e para desfrutares de uma das celebrações anuais mais emblemáticas do Velho Continente, terás que apanhar um voo até Munique, principal cidade do estado da Baviera! Para além do ambiente absolutamente contagiante e de muitos milhares de litros de cerveja, na Oktoberfest encontrarás trajes típicos, atracções turísticas e até carrosséis, num evento que mistura ingredientes de feira popular, parque de diversões e museu etnográfico. É um daqueles festivais que todos devem visitar pelo menos 1 vez na vida!
No entanto, os encantos da Baviera vão muito para além desta festividade, beneficiando de ter escapado relativamente incólume aos horrores e destruição da Segunda Guerra Mundial e mantendo muitos dos seus vilarejos antigos e arquitectura clássica até aos dias de hoje. No caso específico de Munique, esse legado pode ser encontrado no centro histórico, nos seus palácios reais e nos seus fabulosos parques urbanos, que constam entre os melhores da Europa. Já fora da cidade, não podes perder locais como o Castelo de Neuschwanstein, as cidades de Nuremberga, Regensburg e Wurtzburgo, as vilas históricas de Bamberg e Rothenburg ob der Tauber e ainda o Campo de Concentração de Dachau.
Recomendado:
- Guia de viagem de Munique e roteiro de 3 dias c/ day trip ao Castelo de Neuschwanstein
- Tudo o que precisas de saber para visitares a Oktoberfest, Munique – datas, hotéis, o que fazer, dicas e muito mais!
Riviera Francesa

De regresso a opções mais veranis, trazemos-te agora a sempre segura opção da Riviera Francesa! Mesmo em Setembro, os preços costumam ser altos, ou não fosse esta uma região tradicionalmente associada ao luxo e à opulência, com histórias de magnatas, artistas de Hollywood e músicos famosos. No entanto, e como em todo o lado, os valores são sempre um bocadinho mais simpáticos quando comparados com a azáfama do pico de Verão. Para além do mais, a Riviera Francesa é relativamente pequena e muito bem interligada pela ferrovia, o que significa que podes efectivamente visitar os locais mais caros – como Cannes, Saint-Tropez ou o Mónaco – sem que tenham obrigatoriamente que dormir lá.
Nesse sentido, valerá a pena montar base em Nice, considerada a principal cidade da região e aquela onde encontrarás maior diversidade de opções de restaurantes e alojamentos. É uma cidade viva, e não apenas um posto de turismo. A somar aos sítios mencionados até aqui, vale muito a pena visitar Èze, Villefranche-sur-mer e Menton. Como já deu para perceber, a Côte d’Azur é muito mais que sol, praia e ostentação. É também um local de cultura, de paisagens fabulosas e de vilas medievais, e ainda que os clássicos continuam todos lá, é perfeitamente possível descobrir um lado mais humano e autêntico de uma das regiões mais pitorescas do Velho Continente.
Recomendado: Guia de viagem da Riviera Francesa – Transportes, hotéis, restaurantes + Roteiros de 3, 5 e 7 dias
Costa del Sol, Espanha

Originalmente um conjunto de minúsculas vilas piscatórias perdidas no sul de Espanha, o desenvolvimento das últimas décadas tem vindo a fazer da Costa del Sol um dos maiores destinos turísticos do país. Estendendo-se por cerca de 150 km, esta região está repleta de praias paradisíacas e pequenos povoados pitorescos, famosos pelas suas fachadas caiadas de branco junto ao mar. Felizmente para nós, portugueses, este é um dos destinos estrangeiros de praia mais acessíveis, com a cidade de Málaga a apenas uma viagem de carro (ou um curto voo) de distância. Se só estiveres mesmo interessado em ir a banhos, deves incluir estâncias como Marbella, Benalmádena, Estepona ou Nerja no teu roteiro.
Ainda assim, e por mais que maravilhe os amantes de turismo balnear, a verdade é que, estando enquadrada na Comunidade Autónoma da Andaluzia, há também uma componente cultural muito forte nas proximidades da Costa del Sol. Sim, as praias não são tudo, e a região está repleta de vilazinhas históricas e povoados antigos – como Antequera, Júzcar, Ronda ou Frigiliana – bem como de túmulos megalíticos com milhares de anos chamados Dolmen. Já para quem goste de trilhas, completar o Caminito del Rey é quase obrigatório. Por fim, se tiveres maior disponibilidade de tempo, podes alargar a tua aventura a toda a Andaluzia, acrescentando destinos tão conhecidos quanto Sevilha, Granada ou Córdoba.
Recomendado: Guia de viagem de Málaga e Costa del Sol, Espanha – Transportes, praias, hotéis + Roteiro de 7 dias
Bolívia

Finalmente, terminamos a nossa lista dos melhores destinos para visitar em Setembro com um saltinho até à América do Sul. É aqui que encontramos a Bolívia, um dos países menos conhecidos do continente, frequentemente preterido em virtude dos vizinhos Peru, Chile, Argentina e Brasil. No entanto, este é um país que bem merece maior atenção, preservando algumas das culturas indígenas mais autênticas do continente e ostentando paisagens montanhosas e naturais que não ficam a dever nada a locais bem mais populares. De resto, visitar a Bolívia é aceitar que vais passar 90% do teu tempo e grandes altitudes, razão pela qual Setembro é uma altura tão boa já que vem acompanhada de céus limpos e dias solarengos.
Relativamente aos locais de eleição, nenhuma atracção é tão popular quanto o Salar de Uyuni, considerado o maior deserto de sal do mundo. O cenário é marcadamente singular, diferente de qualquer outro local do planeta! A par do salar, deves “estacionar” em Copacabana para explorar o lado Boliviano do Lago Titicaca, ter um primeiro contacto com a cultura Boliviana na capital de La Paz, ver a arquitectura mais bonita do país em Sucre e conhecer a história mineira de Potosí, antes de terminares e voltares para casa a partir de Santa Cruz de la Sierra, principal cidade do país e um dos poucos locais onde a cultura indígena não é a predominante. De resto, é a partir daqui que podes aproveitar para passar um dia em Samaipata e no Parque Nacional Amboró.
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