• 2026-03-16 18:45:52
  • Bruno A.

10 dos melhores destinos para visitar em Julho – Onde ir de férias em Julho 🏖️⛰️

Compilação com 10 dos melhores destinos para visitar em Julho, incluindo destinos de cultura, natureza e de praia. Fica connosco e descobre onde ir de férias em Julho.

Um dos meses predilectos dos Portugueses para férias, Julho traz-te o melhor que o Verão tem para oferecer no Hemisfério Norte. Temperaturas altas, dias longos, céus limpos – condições perfeitas para relaxar na praia ou junto à piscina! É certo que a experiência vai pesar um pouco mais na carteira comparativamente a outras alturas do ano, mas é o preço a pagar para poderes desfrutar da época alta.

Adicionalmente, é provável que os destinos mais badalados estejam repletos de outros turistas, o que pode traduzir-se numa viagem um pouco mais confusa e caótica. Seja como for, e mesmo no pico do Verão, há sempre forma de ir fugindo aos destinos mais evidentes e encontrar algum recanto mais sossegado… Ou não! Se não te importares com as multidões e o orçamento não for um problema, correr os sítios mais famosos é perfeitamente aceitável. Afinal, por algum motivo ficaram tão populares! Seja como for, o que importa é ter opções para gozares o teu Verão (mesmo que não gostes de praia), pelo que fizemos questão de compilar esta pequena selecção com 10 dos melhores destinos para visitar em Julho.

Onde ir de férias em Julho

Parques Nacionais, EUA

Embora o país não se possa comparar à Europa, Ásia e até mesmo à América do Sul em termos de legado histórico e cultural, não há como negar que – pelo menos no que toca a beleza natural – os EUA são provavelmente o país mais bonito do mundo. Um território vastíssimo, com paisagens extremamente diversas e onde a presença Humana praticamente não se fez sentir durante milhões e milhões de anos. Assim, e ainda que possas encontrar parques nacionais extraordinários em todo o país, é geralmente aceite que a região Oeste ostenta os maiores tesouros naturais da América. Afinal, é aqui que podes encontrar parques como Yellowstone, Yosemite, Sequoia, Olympic, Bryce Canyon, Grand Canyon, Zion, Arches e muitos outros!

Quanto à melhor altura para os visitar, o ideal é garantir que não te deparas com trilhos, estradas e acessos encerrados, o que pode acontecer se visitares na primeira metade do ano (até Junho, caso o Inverno seja particularmente rigoroso) ou no final. Assim sendo, o mês de Julho acaba por ser uma excelente possibilidade. É certo que é também um dos meses mais populares – fazendo disparar preços e multidões – e que o calor pode ser um bocadinho exagerado, mas é o preço a pagar pela possibilidade de admirar alguns dos cenários naturais mais esplendorosos que o nosso planeta tem para oferecer.

Recomendado:

País Basco, Espanha

bilbao

Olhando para Espanha, e especialmente para o pico do Verão, destacam-se sobretudo destinos como Mallorca e Menorca, Ibiza, Barcelona, as Ilhas Canárias, Benidorm ou a Costa del Sol. Destinos de praia com boa infraestrutura, calor e preços para todas as carteiras! No entanto, a costa norte de Espanha continua a ser sucessivamente negligenciada, o que normalmente se explica pelo tempo mais ventoso e ameno e pela ondulação mais agitada, ingredientes que empurram muitos potenciais visitantes para outras paragens. Um erro crasso, já que é precisamente no norte que podes encontrar a região autónoma do País Basco – um dos destinos mais fixes de Espanha!

Para começar, os Bascos têm a sua própria língua e cultura, o que dá sempre um certo exotismo à experiência. Para além disso, a região tem mesmo muito para oferecer, das praias e do surf de San Sebastian (considerado um dos melhores sítios para comer no mundo) ao famoso Guggenheim de Bilbao, passando pelo ilhéu de San Juan de Gaztelugatxe (que ficou muito famoso à conta de Game of Thrones), pela subvalorizada capital de Vitoria-Gasteiz e pela belíssima cidade fronteiriça de Hondarribia. Adicionalmente, Julho coincide com as festividades de San Fermín em Pamplona, que estando oficialmente enquadrada na Comunidade Autónoma de Navarra, é historicamente parte do País Basco.

Recomendado: Guia de viagem de Bilbau, País Basco + Roteiro de 2 dias

Tanzânia

Considerado um dos destinos mais populares da África Subsariana, a Tanzânia é um pequeno microcosmo do que normalmente associamos ao continente, bem como um país com atractivos turísticos bastante diversificados. Evidentemente, qualquer viagem pela Tanzânia que se preze deve incluir um safári – um requerimento óbvio num país que conta com reservas como o Serengeti, o Tarangire, o Lago Manyara ou a Cratera de Ngorongoro. De resto, é precisamente este factor que faz com que Julho seja um dos melhores meses para visitar o país, já que o pico do Verão coincide com a Grande Migração, que é o maior movimento terrestre de mamíferos do mundo, e com a época seca, um período onde os animais tendem a concentrar-se junto a fontes de água, fazendo com que seja mais fácil avistá-los.

No entanto, nem só de fauna e flora se faz o turismo da Tanzânia! A par dos safáris, Julho é um mês igualmente bom para apreciar as praias paradisíacas de Zanzibar e passear pelas ruas clássicas da sua Stone Town, oferecendo-te assim a possibilidade de misturares turismo de natureza, turismo balnear e turismo cultural. Como cereja no topo do bolo, esta é também a melhor altura para subir ao Kilimanjaro! Considerada a maior montanha de África, com quase 6000 metros de altitude, a subida ao Kilimanjaro pode demorar até 1 semana, embora não seja um trekking técnico. É certo que não é uma actividade para todos, mas é algo a considerar para os entusiastas dos outdoors!

Albânia

Uma das mais recentes coqueluches do turismo Europeu, a Albânia passou de total desconhecido a um destino massificado e estabelecido em menos de 5 anos. Compreende-se perfeitamente, já que a combinação de uma zona costeira fabulosa, picos montanhosos, um povo bastante hospitaleiro e uma cultura bastante suis generis iria sempre acabar por atrair muitas atenções. Bom, isso e os preços, já que a Terra das Águias tem um custo de vida acessível para o bolso médio europeu! Um país com uma história recente tão bizarra e triste quanto fascinante, longe parecem ir os tempos em que a Albânia era a versão europeia da Coreia do Norte.

Como não poderia deixar de ser, Julho é um mês espectacular para apreciar o país. Embora algumas das cidades e localidades históricas do interior possam estar um bocadinho quentes demais – nomeadamente Tirana, Berat, Kruje ou Gjirokaster – esse desconforto acaba por ser compensado com as melhores condições climatéricas possíveis para te fazeres à estrada e conheceres a fabulosa Riviera Albanesa, passando em locais como Ksamil, Sarande, Borsh, Himare, Gjipe ou Dhermi. Para além disso, em Julho vais encontrar os trilhos dos Alpes Albaneses totalmente limpos e desbloqueados, oferecendo-te assim a possibilidade de fazeres o hike da praxe entre Valbona e Theth, mas também de explorares Shkoder e fazeres a travessia do Lago Koman.

Recomendado: O que fazer na Albânia – Guia de viagem e roteiro de 7, 10 e 14 dias

Sardenha, Itália

Embora seja um destino cada vez mais reconhecido, a verdade é que raras vezes a Sardenha é vista como uma paragem prioritária, mesmo entre os que viajam em procura de sol, areia e calor. Algo a rectificar, ou não fosse esta famosa ilha italiana um dos melhores destinos de praia de todo o continente europeu! Como tal, o pico do Verão é um no-brainer no que toca à melhor altura para visitar a Sardenha, já que o tempo vai estar simplesmente perfeito para ir a banhos (tanto de mar, como de sol). Se puderes, aconselhamos apenas que tentes apontar para a primeira quinzena de Julho, já que na segunda metade as multidões e preços tendem a subir exponencialmente.

Posto isto, desengane-se quem pensa que a Sardenha não é mais que águas turquesas e areais pristinos! Sim, eles também estão por lá (especialmente ao longo da Costa Sud e da Costa Smeralda), mas vêm acompanhados de montanhas estonteantes, ruínas pré-históricas, cidades antigas (como Cagliari, Alghero ou Sassari) vestígios das civilizações romana e fenícia e até uma cultura bastante própria, rematada com o seu dialecto, costumes e gastronomia. Aliás, a ilha é tão antiga, que tem os seus próprios túmulos megalíticos que não são encontrados em mais nenhuma parte do mundo – os Naruaghi! Em suma, é como visitar um outro país estrangeiro dentro da bella Italia!

Recomendado: Guia de viagem da Sardenha – O que fazer, onde ficar, onde e o que comer e roteiro de 7 dias

Croácia

Se estamos a compilar uma lista de destinos para visitar em Julho, não poderíamos deixar de incluir uma das nações da antiga Jugoslávia, especialmente as que agoura repousam nas fabulosas margens do Adriático. Embora houvesse algumas boas alternativas, nenhuma se aproxima – quer em termos de popularidade como de diversidade de locais para visitar – da cada vez mais visitada Croácia. Conforme esperado, o turismo tem vindo a crescer a olhos vistos em terras croatas ao longo das últimas décadas, primeiro com a independência do país, seguida do seu ingresso na UE e no Espaço Schengen, até à recente adopção do Euro como moeda. Como podes ver, visitar a Croácia foi-se tornando cada vez mais cómodo e logisticamente acessível.

Especialmente no Verão, a zona costeira do país é um destino imperdível, com boa parte dos roteiros a passar nas cidades da Dalmácia – especialmente Dubrovnik, Split e Zadar – e em algumas das ilhas e ilhéus das proximidades, como Hvar, Korcula ou Brac. Um pouco mais a norte, na Península da Ístria, Pula e Rovinj são outros destinos a considerar. Já longe da costa, vale a pena passar na capital Zagreb e fazer a day trip clássica ao cenário mágico e refrescante dos Lagos Plitvice. Um desvio bem-vindo para te ajudar a lidar com o calor da região!

Recomendado: Guia de viagem da Croácia – Transportes, hotéis, dicas + Roteiros de 7, 10 e 14 dias

Bulgária

Atendendo ao aumento exponencial do custo de vida nos últimos anos, confesso-me um pouco perplexo com o facto de que a Bulgária ainda não se cimentou enquanto destino turístico junto do mercado português. Tal como a supramencionada Albânia, também a Bulgária tem praias agradáveis (embora não tão boas), uma cultura muito particular e influenciada pelos Otomanos, picos montanhosos extraordinários, cidades históricas belíssimas e um custo de vida que ainda é relativamente acessível. Posto isto, se queres um destino de praia um pouco mais eclético para este Verão e o teu orçamento não abunda, vale definitivamente a pena olhar para este país do Leste Europeu e dos Balcãs!

Para uma boa dose de Vitamina D, mar e descanso, a melhor base é mesmo a costa do Mar Negro, com especial destaque para Varna, Burgas e para as controversas estâncias balneares de Sunny Beach e Golden Sands. A partir de qualquer uma delas, podes visitar as localidades históricas de Nesebar e Sozopol. Já se quiseres conhecer outras facetas da Bulgária, recomendamos Sófia, uma das capitais mais subvalorizadas da Europa; Veliko Tarnovo, considerada o berço da nação; Plovdiv, uma das cidades mais antigas do mundo; e Koprivshtitsa, uma vilazinha adorável do século XIX. Já para os ares de montanha e natureza pristina, nada melhor que Bansko, Pirin e que os Sete Lagos de Rila (junto aos quais podes encontrar o mosteiro mais famoso do país).

Recomendado: Guia de viagem de Sófia e roteiro de 3 dias na Capital da Bulgária

Noruega

Uma vez que já abordámos uma quantidade bastante simpática de destinos de praia, é apenas justo que guardemos algumas opções para os nossos leitores que não são propriamente fãs das típicas férias de papo para o ar. Assim, as próximas escolhas vão direitinhas para os amantes de turismo de natureza que preferem aproveitar o bom tempo de Verão para explorar montanhas e reservas naturais que possam ser inacessíveis durante os meses mais frios. Comecemos então pela Noruega, terra dos fiordes, do bacalhau e de um cenário natural difícil de igualar.

Se Oslo, onde provavelmente aterrarás, até nem é nada de especial, o caso muda de figura quando deixas a capital para trás. Acompanhando os roteiros mais comuns da Noruega, é provável que passes em Bergen, considerada a cidade mais bonita do país; nos fiordes Geirangerfjord e Nærøyfjord; na Igreja de Madeira de Borgund, que é a mais impressionante de todas as igrejas deste estilo no país; e em Flam, onde podes apanhar a linha ferroviária mais bonita do mundo (The Flam Railway). Prosseguindo para norte, há ainda tempo para paragens em Alesund, uma colorida obra-prima do Art Nouveau; e Trondheim, possivelmente o tesouro mais bem escondido do país a nível turístico; antes de chegares às inacreditáveis Ilhas Lofoten, que arrisco dizer tratarem-se do local mais bonito da Noruega.

Já para os viajantes mais intrépidos, existe sempre a possibilidade de fazer um tour pela ilha de Svalbard, uma região autónoma que fica a meio-caminho entre a Noruega continental e o Polo Norte.

Islândia

islândia

Se, conforme referimos acima, os EUA são o país mais bonito do mundo no que toca ao cenário natural, se olharmos à relação beleza-tamanho dificilmente alguma nação poderá ultrapassar a Islândia. Uma pequena e obscura ilha situada pouco a sul do Ártico, é impressionante como um território tão pequeno e com tão pouca gente pode albergar paisagens desta envergadura. Um sítio verdadeiramente abençoado! Seja como for, as condições climatéricas na Islândia podem ser brutais, com muita chuva e neve, ventos fortes, tempestades recorrentes e dias curtos e escuros como o breu. Felizmente, o mês de Julho traz-te praticamente o oposto, com dias amenos e solarengos, menos imprevistos e o fenómeno do sol da meia-noite que faz com que nunca fique noite a 100%!

Como tal, o Verão é mesmo a melhor altura para visitar a Islândia, mesmo que te tire a possibilidade de assistir às Auroras Boreais. Felizmente, serás devidamente recompensado com as condições ideais para completares o Círculo Dourado, o Diamond Circle e a South Coast, continuando em redor da ilha e visitando o Parque Nacional de Vatnajokull, a Área Geotermal do Lago Myvatn e as baleias de Husavik (com tour). Para o final, podes guardar 1 ou 2 dias para a pacata capital de Reiquiavique e para ficares umas boas horas de molho nas águas termais da famosa Lagoa Azul.

Recomendado: Guia de viagem da Islândia – Roteiro de 8 dias na Terra do Fogo e do Gelo

Mongólia

Finalmente, damos o artigo por terminado com aquele que será o destino mais obscuro da nossa lista. Não, a Mongólia não será um destino confortável ou sequer preparado para o turismo de massas. Ali, nos confins da grande estepe, as condições são duras e o ambiente o mais cru possível, condições a que a população historicamente se adaptou com o seu modo de vida nómada, mudando de base consoante as condições e a segurança do seu gado. Em consequência, os recursos que consideramos elementares aqui no Ocidente ainda não estão 100% estabelecidos fora de Ulaanbaatar, a capital do país de Gengis Khan. Em troca, a cultura mantém os seus traços ancestrais e a natureza, pristina e intocada, é da mais bela que alguma vez verás.

Posto isto, Julho é mesmo a melhor altura para visitar a Mongólia, já que as temperaturas mínimas médias são negativas de Maio a Setembro. Aliás, no Inverno, não é de todo incomum encontrar registos de dias com -40ºC! Assim, em Julho os dias serão mais agradáveis e os acessos não estarão ainda bloqueados por queda de neve recente, o que significa que podes conduzir alegremente pelo Parque Nacional Terelj, pelo Deserto de Gobi, pelo Vale de Orkhon e pelo Lago Khuvsgul. Outra experiência imperdível é mesmo juntar-te a uma família local e dormir num gert/yurt.

Para lá dos factores meteorológicos, Julho é igualmente o mês em que decorre o Naadam Festival, um gigantesco evento de jogos tradicionais do país que incluem corridas de cavalos, luta-livre e competições de arco-e-flecha.

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